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O Campeonato do Mundo em números

O Campeonato do Mundo em números

O Troféu da Copa do Mundo da FIFA será erguido por uma oitava nação, Espanha ou Holanda, depois de ter sido conquistado pelos seguintes países, em ordem cronológica: Uruguai, Itália, Alemanha, Brasil, Inglaterra, Argentina e França.

A Europa retoma agora a vantagem sobre a América do Sul em número de títulos (10 a 9). Ela obterá na África a sua primeira vitória fora do continente, enquanto os brasileiros pentacampeões do mundo já conseguiram vencer na Europa (Suécia 1958), na América (Estados Unidos 1994) e na Ásia (Coreia/Japão 2002). Ironicamente, o Brasil perdeu o Mundial que disputou em casa (1950) e só a conquistou uma vez na América do Sul (Chile 1962).

Os europeus disputarão uma oitava final entre si (Itália x Tchecoslováquia em 1934, Itália x Hungria em 1938, Alemanha Ocidental x Hungria em 1954, Inglaterra x Alemanha Ocidental em 1966, Alemanha Ocidental x Holanda em 1974, Itália x Alemanha Ocidental em 1982, Itália x França em 2006, Holanda x Espanha em 2010), contra apenas duas realizadas entre seleções sul-americanas (Uruguai x Argentina em 1930 e Brasil x Uruguai em 1950).

Enquanto três sul-americanos disputaram 13 finais (Brasil sete, Argentina quatro, Uruguai duas), nove europeus fizeram o mesmo (Alemanha sete, Itália seis, Holanda três, França duas, Hungria duas, Tchecoslováquia duas, Suécia uma, Inglaterra uma e Espanha uma). 313 minutos de invencibilidade.

Depois de vencer a Alemanha na semifinal por 1 a 0, a Espanha estabeleceu o seu novo recorde de invencibilidade no Mundial , o selecionado de Vicente del Bosque não sofre gol há 313 minutos. O chileno Rodrigo Millar foi o último jogador a aproveitar uma falha da defesa espanhola para fazer mandar a bola para o fundo da rede aos dois minutos do segundo tempo da última partida do grupo H, que terminou com o placar de 2 a 1 para a Espanha. Na segunda fase, os campeões europeus venceram Portugal, Paraguai e Alemanha pelo mesmo placar de 1 a 0. O antigo recorde espanhol de 282 minutos tinha sido estabelecido no Brasil 1950.

Sneijder quer fazer história, depois de conquistar três títulos pela Inter de Milão (Liga dos Campeões da UEFA, Campeonato Italiano e Copa da Itália), o médio holandês poderá realizar um feito histórico se vencer esta Copa do Mundo da FIFA, pois também está na disputa do título de melhor marcador (bota de Ouro) e de melhor jogador da competição (Bola de Ouro adidas).

A Espanha não é supersticiosa, derrotada na estreia pela Suíça por 1 a 0, a Fúria juntou-se a outros três finalistas da história da Copa do Mundo da FIFA que iniciaram as suas campanhas com derrota. Foi o caso da Alemanha contra a Argélia (2 a 1) em 1982, da Argentina contra Camarões (1 a 0) em 1990 e da Itália contra a Irlanda (1 a 0) em 1994. Todos eles acabaram perdendo a final.

Os recordes dos árbitros

O inglês George Reader entrou para a história ao apitar o jogo decisivo entre Brasil e Uruguai no dia 16 de julho de 1950 no Maracanã com a idade de 53 anos e 236 dias. A marca jamais foi superada já que, depois disso, o limite de idade para os árbitros desse nível foi fixado em 45 anos. Já o recorde inverso foi registrado pelo espanhol Juan Gardeazabal, árbitro da partida entre França e Paraguai (7 a 3) no dia 8 de junho de 1958 em Norrköpping, na Suécia, quando tinha 24 anos e 193 dias.

 

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