Para continuarmos  a fazer jornalismo independente dos políticos e da vontade dos anunciantes o @Verdade passou a ter um preço.

Hoje é o dia da grande final do Mundial de 2010: Holanda vs Espanha

Hoje é o dia da grande final do Mundial de 2010: Holanda vs Espanha

A sombra de Johan Cruyff paira sobre a 19ª final do Campeonato do Mundo da FIFA, os 11 holandeses que entrarão em campo são herdeiros diretos daquele que é considerado o símbolo do “futebol total”. No lado adversário, sete jogadores da Espanha atuam no Barcelona, onde a mensagem do ex-jogador holandês faz parte do DNA do clube. Será a segunda final disputada entre dois aspirantes a um primeiro título do Mundial, a outra ocorreu em 1978, na partida entre Argentina e, de novo, a Holanda.

Os jogadores da Laranja Mecânica realizaram até agora uma campanha perfeita: nenhuma derrota nas eliminatórias (oito partidas, oito vitórias) e na África do Sul 2010 (seis vitórias). Se obtiverem uma vitória na terceira final da sua história, os holandeses igualarão à seleção Brasileira de 1970, única até hoje a ter realizado uma campanha invicta.

Campeã europeia em título, a Fúria formou uma geração excepcional de jogadores e quer finalmente colocar o seu nome na base do troféu mais cobiçado no mundo do futebol. Uma vitória a igualaria à Alemanha, único país que conseguiu erguer a taça da FIFA dois anos depois da consagração na Europa.

Esta final do Mundial da FIFA 2010 pode muito bem representar o início de uma nova era, como acontece nas artes, o futebol também tem as suas épocas. O primeiro Mundial na África talvez marque o fim do realismo, para dar lugar a um lado mais artístico.

De um lado, Wesley Sneijder e Arjen Robben são dignos herdeiros do “Carrossel Holandês” da década de 1970.

O espanhol Xavi, jogador de cem passes por partida, é uma verdadeira máquina pela regularidade e precisão das suas jogadas. Ele tem apenas dificuldade para escolher a quem distribuir a bola diante do grande número de craques à sua disposição, entre eles Andrés Iniesta, David Villa e Pedro.

O que dizer então de Carlos Puyol, um gigante contra a Alemanha, ou da determinação de Mark van Bommel, que atuou como guerreiro na equipe para liberar Robin van Persie e outros companheiros de algumas tarefas ingratas? As duas seleções contarão com todas as suas energias para este confronto. E se elas conseguirem relaxar, o espetáculo estará garantido.

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on pinterest
Pinterest

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Related Posts

error: Content is protected !!