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Nova texmoque denuncia contrabando de artigos textéis

Mercadoria diversa composta por tecidos diversos está a ser contrabandeada para Moçambique, através do porto de Nacala e das fronteiras de Tanzânia e Malawi, ofuscando, sobremaneira, o mercado nacional. O Grupo METIL, proprietário da Nova Texmoque, disse ter informações de práticas injustas de comércio, alegadamente criadas pela inundação de bens têxteis provenientes da Índia, Paquistão e Tanzânia.

O METIL, um grupo de accionistas de algumas empresas da Tanzânia, acaba de investir cerca de nove milhões de dólares norte-americanos na recuperação da Texmoque, em Nampula, que se encontrava paralisada há mais de 10 anos.

A nova Texmoque, Lda., tem uma capacidade de produção de 650 mil metros lineares de capulanas, número que deverá vir a subir para 1.200.000 metros nos próximos meses. Prasad Ramamurti, director geral daquela indústria, revelou que, presentemente, decorre a produção de capulanas estampadas, num processo de ensaio da maquinaria. Nesta primeira fase, a fábrica conta com 150 trabalhadores e com a previsão de o número subir para 450 trabalhadores, segundo as projecções dos proprietários.

Ramamurti revelou, ainda, que, na primeira fase, o projecto se baseou na aquisição de equipamento para reabilitação daquela unidade fabril, bem como na substituição de algumas máquinas de tecnologia ultrapassada, com as modernizadas para os departamentos de fiação, porquanto se aguarda pela importação do equipamento de tecelagem.

O governador da província, Felismino Tocoli, que, ontem, visitou a Nova Texmoque, garantiu que os governos provincial e central vão continuar monitorar o funcionamento daquela indústria têxtil, bem como na tomada de medidas a eventuais casos de contrabando de mercadorias.

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