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Norte-americana detida perto da fronteira com a Arménia e o Azerbaijão admite ser espiã

A norte-americana presa no noroeste do Irão, perto da fronteira com a Arménia e o Azerbaijão, reconheceu a atividade de espionagem, disse, domingo, o general Ahmad Garavand, vice-comandante da guarda de fronteiras iraniano à televisão estatal.

“Esta mulher de nacionalidade estrangeira foi detida por uma patrulha da guarda de fronteiras depois de filmar instalações da República Islâmica, postos fronteiriços, mercados e pessoas”, disse o general Garavand, citado pela agência AFP.

“Ela estava na posse de equipamentos sofisticados” e “admitiu os factos durante o seu primeiro interrogatório”, acrescentou o general.

Sábado, o general Garavand tinha informado à imprensa iraniana que um “espião dos Estados Unidos foi preso em Jolfa”, uma região no noroeste do Irão, na fronteira com a província autónoma de Nakhichevan, no Azerbaijão, próximo também da Arménia.

“De acordo com o gabinete de informações da guarda de fronteiras, a norte-americana foi presa a 5 de Janeiro, quando fingia ser uma turista a filmar. A mulher era responsável por uma missão de uma agência de inteligência dos Estados Unidos”, acrescentou.

O general identificou a mulher, de 40 anos, como Hal Talayan. A televisão estatal reiterou domigo que “a mulher americana entrou no Irão pela fronteira com a Arménia”.

A prisão da norte-americana foi anunciada na quintafeira por vários meios de comunicação iranianos, contudo há versões contraditórias sobre a data e pormenores da detenção.

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