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Nivenheé incrementa acções de prevenção e combate ao Sida

N o âmbito da redução do impacto da problemática do HIV/SIDA nas comunidades, a Associação Nivenheé, uma organização não governamental de Pessoas Vivendo com o HIV/SIDA, sedeada na cidade de Nampula, está a incentivar a implementação de três projectos, com o suporte financeiro do Fundo das Nações Unidas Para Apoio à Infância (UNICEF) nalguns distritos da província de Nampula.

 Tratam-se de projectos “Sensibilização das Escolas” (SE), com o objectivo de adiar o sexo às crianças dos 10 aos 15 anos, “Crianças Orfãs e Vulneráveis (COV’s)i implementado nas cidade de Nampula e Nacala-Porto, e na vila de Namialo, distrito de Meconta, para além do “Grupo de Teatro do Oprimido” (GTO), envolvido na promoção de acções de sensibilização, através do teatro, que funciona, para além de Cidade de Nampula, em sete distritos, nomeadamente Meconta, Ilha de Moçambique, Mogovolas, Angoche, Murrupula e Malema.

Segundo Baptista João, coordenador do Projecto “Sensibilização das Escolas” na Nivenheé, actualmente àquela agremiação está a enfrentar dificuldades de natureza financeira e, em consequência, não consegue expandir as suas actividades para toda a província.

Estamos a enfrentar muitos problemas de falta de dinheiro e meios circulantes para conseguirmos ajudar, em tratamentos e alimentação, os doentes inscritos na nossa associação, que se encontram em diferentes pontos da província. Anotou a fonte, acrescentando que outra preocupação prende-se com o encerramento dos Gabinetes de Aconselhamento e Testagem Voluntária (GTV’s) e a abolição dos Hospitais Dia.

Entretanto, apesar destes e outros constrangimentos, a Nivenheé, com base nos escassos fundos que possui, tem conseguido levar a cabo algumas acções de sensibilização em diversas comunidades. Referiu Baptista João, revelando que, actualmente, a sua agremiação está a trabalhar no sentido de angariar mais apoios de natureza monetária e material, com vista a continuar na sensibilização aos seus membros em relação à gravidade de SIDA.

A situação da falta de fundos, que se agravou nos últimos dois anos, deriva do manifesto desinteresse de alguns doadores nacionais e estrangeiros, incluindo gente de boa fé, que, directa ou indirectamente, prestavam apoio financeiro, material e moral àquela agremiação de pessoas afectadas ou infectadas com HIV/SIDA.

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