Para continuarmos  a fazer jornalismo independente dos políticos e da vontade dos anunciantes o @Verdade passou a ter um preço.

Naufrágio de barco na Indonésia pode ter matado 60 pessoas

Um barco que transportava 170 pessoas, que provavelmente pediriam asilo na Austrália, afundou na costa sul da Indonésia, provocando o desaparecimento ou a morte de 60 delas, afirmou a mídia australiana na quarta-feira (horário local).

O mais recente acidente no mar ocorreu menos de uma semana depois que a Austrália fechou suas portas a eventuais refugiados ao assinar um acordo para enviar todos os barcos para Papua Nova Guiné para avaliação.

Cerca de 170 pessoas estavam a bordo do barco, que naufragou em meio ao mar revolto ??na noite desta terça-feira, afirmou o News Ltd. Mais de 100 pessoas, a maioria do Irão e Sri Lanka, foram resgatadas por pescadores na região durante a noite, disse.

A Autoridade de Segurança Marítima da Austrália (AMSA) confirmou que uma operação de resgate estava em andamento, sem fornecer mais informações. “As autoridades indonésias estão coordenando o resgate. A AMSA não está envolvida nesta fase”, disse uma porta-voz da AMSA.

A Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarnas) não estava imediatamente disponível para comentar o assunto. A política para refugiados e a imigração são questões delicadas na Austrália, especialmente com a proximidade das eleições.

Na sexta-feira, o primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, anunciou novas medidas para conter o que tem sido descrito como um aumento dramático no número de barcos de refugiados que se aventuram em um trajeto perigoso desde a Indonésia.

Mais de 15 mil imigrantes chegaram de barco em território australiano para pedir asilo neste ano, iniciando um acalorado debate sobre a política para refugiados e levando a oposição a acusar o governo trabalhista de ser branco demais na proteção das fronteiras. Esse número, no entanto, é pequeno em comparação às chegadas de refugiados em outras partes do mundo, e a nova política foi condenada por grupos de direitos humanos.

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on pinterest
Pinterest

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Related Posts

error: Content is protected !!