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Mulher mata o marido à paulada em Manica

Uma mulher assassinou o seu marido com recurso a um pau, no último sábado (20), no distrito de Gondola, província de Manica, supostamente após uma briga resultante da falta de condimentos para o caril do jantar. É segundo homicídio que se regista na mesma província, em menos de uma semana. No primeiro caso, a vítima foi uma senhora que também morreu nas mãos do marido, alegadamente porque mantinha uma relação extra conjugal.

Neste caso recente, testemunhas narraram que o marido ausentou-se de casa, numa manhã, para fazer pequenos trabalhos remunerados, tendo no fim da jornada trazido peixe para o jantar.

Na hora de confeccionar o (mal)dito peixe, o esposa do malogrado apercebeu-se de que falava tomate e óleo alimentar, sem os quais presumivelmente não podia fazer nada. Ao tentar tirar satisfações do marido, sobre o que ditou a não aquisição dos condimentos em questão, gerou-se uma acesa troca de mimos.

Consta que no calor da rixa cada um disse o que lhe apeteceu. Já com os nervos à flor da pele, a mulher abandonou o local onde se travava a discussão e regressou munida com um pau, com o qual desferiu, impiedosamente, golpes contra o seu esposo. Este não resistiu e morreu. A controvérsia entre ambos acabou, para sempre, e vieram as lágrimas.

Em declarações à Polícia da República de Moçambique (PRM) em Gondola, a senhora disse que não tinha nenhuma intenção de assassinar o marido. A situação fugiu do seu controlo quando retaliava por o finado ter a acusado de manter uma relação extra conjugal, enquanto estava numa casa onde houve falecimento.

Num outro desenvolvimento, a senhora alegou que o seu marido é que iniciou a abriga e partiu para a agressão física. Ela tentou responder na mesma proporção. Entretanto, a explicação desta mulher não pôde salvá-la da prisão e recolheu às da PRM.

Refira-se que, na noite na passada quarta-feira (17), um homem enciumado, de 42 anos de idade, identificado pelo nome Lavimó Muchaneta, ora a contas com as autoridades policiais, na cidade de Chimoio, tirou a vida da sua consorte recorrendo a instrumentos contundentes.

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