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Mulher e Acção Social defendem que os investimentos devem reflectir-se na vida das pessoas idosas

As autoridades governamentais da província de Nampula, através do sector da Mulher e da Acção Social, defendem que os grandes empreendimentos que estão a ser desenvolvidos em várias áreas devem, também, ter reflexos na melhoria de condições de vida da pessoa idosa.

De acordo com a directora provincial adjunta da Mulher e da Acção Social, Joaquina Charles, o que acontece é que apesar dos progressos alcançados nas últimas décadas pelo governo moçambicano serem frequentes em vários domínios, os factos de nem todos, neste caso os idosos, desfrutarem de forma igual dos seus benefícios, situação que coloca outros desafios em termos de disponibilização de apoios a esta camada da sociedade.

Aquele governante referiu que um dos grandes desafios do governo deve ser garantir que os grupos mais desfavorecidos estejam a beneficiar plenamente dos seus direitos e, tendo em conta a especificidade deste grupo o executivo moçambicano já aprovou uma estratégia nacional que permitirá a sua melhor intervenção nesta área.

Todavia, o outro instrumento que assegura a protecção do idoso é a política e a estratégia da sua implementação.

Acrescentou que para complementar as actividades do governo no apoio aos idosos, o sector familiar deve empenhar na prestação dos cuidados básicos para a sua protecção, visto que trata-se de um dos grupos que ainda, é alvo de muita descriminação familiar.

Por isso esperamos que as nossas mensagens de sensibilização possam contribuir positivamente para em conjunto podermos reflectir sobre os grandes desafios propostos para a protecção da pessoa idosa, sobretudo, no que diz respeito à sua inserção social como uma das formas de reduzir a sua vulnerabilidade na sociedade.

Aliás, em Moçambique a situação da pessoa idosa é preocupante e, consequentemente, requer a conjugação de esforços de todos os actores sociais de forma a devolver a dignidade e o prestígio.

E a situação é agravada pelo facto de os idosos serem sujeitos pelos seus familiares à prática da mendicidade e expulsos das casas acusados de feitiçaria.

Joaquina Charles disse que os representantes das instituições públicas e privadas devem enaltecer o facto de a pessoa ser considerada biblioteca viva e transmissora de valores sócio-culturais, para além de guardiã da nossa história e tradições culturais.

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