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Moçambique poderá sentir efeitos da crise económica

A Primeira Ministra, Luísa Diogo disse que os efeitos da crise financeira mundial, ainda poderão se fazer sentir muito na economia moçambicana, uma vez que o país, depende em grande medida dos países desenvolvidos, que neste momento estão a braço com a crise.

Diogo que falava esta segunda feira na capital do país, à margem de uma palestra sobordinada ao tema “Crise Financeira Mundial, Desafios e Oportunidades”, referiu que as grandes empresas moçambicanas que dependem do suporte estrangeiro na aquisição de matériasprimas e outros bens materiais, irão sentir os efeitos da crise.

Mais da metade do Orçamento do Estado, depende de doadores, e a este propósito, a governante disse que, “devemos estar bem preparados para não sermos apanhados em ‘contra-pé’, com quaisquer medidas que eventualmente poderão ser tomadas pelos doadores em resposta a crise e para salvar as suas economias”, disse.

Luísa Diogo disse que o país deverá estar preparado igualmente para redução dos volumes de exportações, principalmente para os casos das grandes empresas e serviços.

A Chefe do governo referindo-se à questão da MOZAL, afirmou que devido a retração de volumes das receitas, a empresa viu-se na contingência de despedir o grosso dos trabalhadores, que neste momento encontram- se em situação de incerteza.

A MOZAL, quebrou cerca de 50 porcento do preço das exportações, e uma das razões levantada para explicar essa redução segundo Diogo, se prende com facto de a Africa do Sul, país por onde passa a linha da energia eléctrica que alimenta aquele mega projecto, não estar a passar por bons momentos.

Diogo disse que é importante que todos os sectores que influenciam no desenvolvimento da economia moçambicana, divulguem as informações relativas ao desenrolar dos acontecimentos, para que, previamente se saiba desenhar medidas de recuperacão. saber o que está a acontecer em cada sector influenciador da economia do país, para que o acompanhamento da situação seja feito em sintonia com todos os sectores para que não haja surpresas. Gostaríamos de saber o que está a acontecer no sector de transportes, se o sector de algodão está ou não estável” disse afirmando que a crise não deve ser encarada como novidade.

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