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Moçambique forma formadores em gestão documental

O Ministério da Função Pública (MFP) e a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) lançaram na segunda-feira, na Matola, província de Maputo, no sul de Moçambique, um ciclo de actividades que levarão a formação de formadores em gestão documental, maioritariamente, oriundos dos distritos.

Orçado em 450 mil dólares norteamericanos dos quais 12.600 disponibilizados pelo Executivo moçambicano e o remanescente pelo Governo brasileiro, o ciclo de formação foi lançado pela Ministra da Função Publica, Vistoria Dias Diogo, num cerimonia testemunhada por Fátima Buramo, Embaixadora do Brasil em Moçambique. Com duração de 18 meses, o projecto, que se enquadra no âmbito da implementação do Sistema Nacional dos Arquivos do Estado, levará a formação de um total de 60 formadores, oriundos de diversos distritos das regiões sul, centro e norte do país, que devera replicar os conhecimentos adquiridos nos locais de proveniência.

O curso que iniciou, na segunda-feira, com 21 participantes, que deverão cumprir um programa que abarca as áreas de gestão documental, classificação e conservação em observância a Tabela de Temporalidade, visa apoiar a produção, acesso eficiente a informação, administração, e capacitação das instituições na eliminação de documentos sem nenhum valor. Falando na ocasião, a Ministra da Função Pública, Vitória Diogo, disse que esta iniciativa tem em vista introduzir reformas profundas na gestão documental e institucionalizar mecanismos e mudanças conducentes a preservação da memória institucional e melhorar o acesso a informação.

Para o alcance deste objectivo, a Ministra realçou que os Recursos Humanos devem estar munidos de conhecimentos técnicos para manusear correctamente os documentos e melhorar o desempenho das unidades de gestão documental, concorrendo para a melhoria da capacidade de resposta e os serviços prestados ao cidadão. “Depositamos confiança em vós, como agentes promotores da mudança e do bem servir na área documental coma esperança de que no fim desta formação sejam capazes de consolidar o património arquivístico nacional e contribuir para a preservação da memória institucional”, disse.

Vitória Diogo referiu que o ciclo de formação nesta área teve início em 2007, com a formação de outros 60 formadores a nível nacional que tiveram a missão de replicar os conhecimentos a nível provincial e distrital.

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