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Meliantes roubam material de recenseamento eleitoral em Maputo

Um grupo de malfeitores ainda não identificado roubou, na última sexta-feira (05), um mobile (computador portátil, impressora e câmara) na Escola Comunitária Unidade 19, no bairro George Dimitrov, em Maputo.

Segundo a Polícia, o acto deu-se por volta das 17 horas, ou seja, pouco depois de uma hora do fecho do posto de recenseamento que funciona no estabelecimento de ensino.

Ainda de acordo com a corporação, os supostos ladrões recorreram a objectos contundentes para vandalizar uma das salas onde estava guardado material e puseram-se em fuga sem deixar pistas.

O @Verdade sabe que na sala onde estava guardado o mobile havia uma arma de fogo de um agente da Polícia que guarnecia o local mas não foi roubada. O polícia cuja missão era garantir a protecção do equipamento estava algures.

O nosso jornal apurou, também, que os mobiles têm um sistema de GPS. O estranho nisso é o facto de os supostos assaltantes terem retirado do equipamento somente o computador portátil e a impressora, deixando a caixa algures, por isso, foi recuperada.

O porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique a nível da cidade de Maputo, Orlando Modumane, tem uma versão diferente da nossa. Segundo ele, um grupo de gatunos distraiu o guarda do estabelecimento do ensino enquanto outro arrombava a porta da sala onde havia material de recenseamento. Nenhum aluno se encontrava no recinto escolar.

Modumane disse que a situação impossibilitou o decurso do recenseamento eleitoral entre sábado e domingo, uma vez que os brigadistas ainda aguardavam por um novo equipamento.

Aliás, na capital do país, diariamente, depois do processo de recenseamento, os mobiles são guardados nas escolas mesmo em zonas onde os postos de recenseamento funcionam próximo das esquadras e postos policiais.

Aquando do início do processo, alguns chefes de quarteirões que vivem nas imediações dos psotos de recenseamento eleitoral foram solicitados para receber os mobiles e guardá-los nas suas casas casa todos os dias, porém, negaram por temerem assaltos devido à presença dessas máquinas nas suas casas.

Enquanto isso, na semana de um a 07 de Julho de 2013 foram interditos de entrar no país 14 estrangeiros, dos quais 10 de nacionalidade bengali, três eritreus e um paquistanês. Dos interditos, 13 possuíam vistos de entrada falsos e um não possuía visto.

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