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MDM exige novas formas de combate à corrupção e considera sem resultado o que o Governo tem feito

O chefe da bancada parlamentar do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Lutero Simango, acusa o Governo de estar a combater a corrupção com discursos em seminários, o que não permite que ela seja debelada e infundir ideias de moral na sociedade.

“O combate à corrupção defendido nos moldes do Governo do dia não produz os efeitos desejados”, afirmou o deputado e sugeriu que a luta contra este flagelo em todos os sectores da sociedade “deve ser real, pedagógico, moralizante e não cosméticos”.

Falando no encerramento da VIII Sessão Ordinária da VIII Legislatura da Assembleia da República (AR), Lutero Simango considerou combate à corrupção em Moçambique “não está a ser” feito “com a seriedade que merece”.

As acções com vista a vencer a corrupção devem ser concretas, é preciso que haja “responsabilização criminal e não promoção de seminários” cuja finalidade é “cumprir a meta das palestras” programadas.

Para justificar a sua posição, a fonte comentou que um dos sintomas inequívocos do que diz é a falta de um posicionamento claro em relação às dívidas da EMATUM, ProIndicus e MAM por parte do Governo, bem como a “ausência de uma actuação efectiva dos órgãos da Justiça (…)”.

Na óptica de Margarida Talapa, chefe da bancada parlamentar da Frelimo, que também falava no encerramento da VIII Sessão Ordinária da VIII Legislatura da Assembleia da República (AR), a corrupção corrói todos os sectores sociais.

A corrupção e a extorsão têm rostos, ou seja, os seus mentores são conhecidos, por isso, devem ser combatidos de todas as formas e sem tréguas, de acordo com a deputada.

Segundo Lutero Simango, enquanto a referida luta for “dúbia e sem determinação”, devido ao facto de a “sociedade não ter ética nem moral”, haverá fracasso e a consequência pode ser a captura do Estado pelos corruptos. “Se é que ainda não estamos capturados”.

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