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Mais de 300 doentes atendidos no maior hospital de Nampula na passagem de ano

A Polícia da República de Moçambique (PRM) em Nampula disse que as festas de transição do ano de 2015 para 2016 foram calmas, ordeiras e tranquilas. Entretanto, no Banco de Socorros do Hospital Central de Nampula (HCN) deram entrada 340 doentes vítimas de agressões físicas e acidentes de viação, o que tem sido comum nesta época do ano devido, em parte, a excessos, falta de civismo, má-fé e oportunismos por parte de alguns cidadãos.

De acordo com João de Deus, porta-voz do Comando Provincial da PRM em Nampula, a corporação registou apenas dois casos, sendo um no distrito de Monapo e outro na cidade portuária de Nacala.

Em Monapo, um cidadão cujo nome não foi revelado tentou sem sucesso burlar a empresa Matanusca. Apercebendo-se dos pagamentos que a firma estava a efectuar aos trabalhadores desligados desta companhia, o visado falsificou o seu documento de identificação para beneficiar de uma indemnização alheia. A Polícia deteve o indivíduo.

O outro caso, considerado pelas autoridades como sendo irrelevante, deu-se na cidade portuária de Nacala, concretamente na praia do Fernão Veloso, onde um Posto de Transformação (PT) de energia localizado nas proximidades de uma estância turista denominada “Tamole Restaurant” ardeu devido a por um curto-circuito. O pior não aconteceu graças à pronta intervenção do corpo de salvação pública.

Das quase três centenas e meia de pacientes que foram atendidos no HCN, durante a noite do dia 31 de Dezembro do ano passado a 01 de Janeiro do ano em curso, alguns foram agredidos fisicamente por marginais e contraíram ferimentos graves e ligeiros.

Os outros doentes recorreram àquela unidade hospitalar por terem sofrido acidentes de viação no decorrer das festividades, em diferentes pontos da cidade de Nampula. O @Verdade soube que pelo menos quatro doentes foram transferidos dos distritos de Rapale, Mogovolas e Meconta por incapacidade médica localmente.

Das vítimas, o maior número, segundo Fernando Sebastião, chefe do Banco de Socorros do HCN, envolveu-se em sinistros do tipo choque entre motorizadas e outro do tipo atropelamento, tendo contraído ferimentos graves. Os mesmos foram atendidos na sala de reanimação.

O @Verdade voltou a contactar as autoridades do HCN nas primeiras horas deste sábado e soube que, dos 340 enfermos, mais de 170 continuavam internados pois a sua saúde ainda carecia de cuidados médicos.

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