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Mais de 230 corpos são encontrados numa vala colectiva na Síria

Mais de 230 corpos de pessoas que podem ter sido assassinadas por militantes do Estado Islâmico foram encontrados numa vala colectiva na província de Deir al-Zor, no leste da Síria, relataram os activistas, esta quarta-feira (17).

A suposição é de que os cadáveres sejam de membros da tribo Al-Sheitaat que combateram os radicais, afirmaram o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, sediado na Grã-Bretanha, em os activistas que monitoram o conflito.

As mortes elevariam para mais de 900 o número de integrantes da tribo Al-Sheitaat supostamente assassinados pelo grupo linha-dura. Omar Abu Layla, porta-voz do Exército Livre da Síria, grupo rebelde moderado que abriga outras facções, disse que os membros da tribo descobriram a vala colectiva quando voltavam para casa.

O Estado Islâmico, que ocupa a área, havia dado permissão para que eles voltassem. “Isto é uma mensagem do Daesh de que, se houver qualquer tentativa de vingança, o seu destino será o mesmo dos seus parentes”, declarou ele, usando o nome depreciativo em árabe do Estado Islâmico.

Supostas fotos da vala colectiva compartilhadas por Abu Layla e activistas nas redes sociais mostram corpos em decomposição e ossos cobertos de poeira e terra entre as rochas e a areia. Os militantes do Estado Islâmico comandam quase toda a província de Deir al-Zor, que faz fronteira com territórios do Iraque também nas mãos dos radicais.

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