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Justiça laboral alcança novo estágio em Sofala

O conhecido empresário e Consultor de Contas na Cidade da Beira, Jorge Fernandes, defende que a iniciativa da criação do Fórum de Consulta e Concertação Social e a entrada em funcionamento do Centro de Mediação de Conflitos laborais em Sofala veio revolucionar o ambiente relacionado com a Justiça Social na Província.

Falando sexta-feira última na Cidade da Beira, onde o fórum reuniu os seus membros, Jorge Fernandes afirmou que “a justiça laboral em Sofala ganhou uma outra face por ter atingido este passo”. A Associação Comercial da Beira faz parte do fórum em representação dos empregadores.

O fórum envolve além dos empregadores, representantes sindicais e do Governo, sendo presidido pelo Director Provincial do Trabalho de Sofala, Omar Jálilo. O encontro da passada sexta-feira tinha em vista a promoção do clima de diálogo inteligente ao nível do sector laboral na Província.

O encontro serviu igualmente para a divulgação das actividades do Centro de Mediação de Conflitos Laborais ao nível da Província de Sofala. O Centro de Mediação de Conflitos Laborais em Sofala funciona desde o passado mês de Fevereiro, com a finalidade essencial de dirimir os conflitos existentes entre os empregadores e empregados, privilegiando o diálogo inteligente. Desde o início das suas actividades, o Centro já atendeu mais de setenta casos relacionados com conflitos laborais na Província.

O representante da Associação Comercial da Beira defende a formação dos técnicos na matéria de resolução de conflitos laborais como sendo uma prioridade para que se realize um trabalho harmonioso na mediação de conflitos laborais. Justificou que só a formação poderá garantir-lhes, os técnicos, o seu melhor desempenho, sobretudo na vertente assessoria as partes geralmente em conflito, nomeadamente empregadores e trabalhadores.

Jorge Fernandes apelou, por outro lado, aos membros do fórum sobre a necessidade de continuar a divulgar as actividades do Centro de Mediação de Conflitos Laborais sobretudo juntos as empresas, para permitir que quer os empregadores, quer os trabalhadores tenham o devido conhecimento. Ele defendeu ainda que os membros que compõem o fórum também devem merecer formação especializada na matéria de resolução de conflitos laborais.

Por seu turno, o representante da Organização dos Trabalhadores de Moçambique/ OTM Central Sindical, José Mazive, referiu que com a criação do fórum e instalação do Centro de Conflitos Laborais em Sofála chegou a hora dos empregadores e empregados esperarem por uma justiça célere na resolução dos seus conflitos.

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