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Japão 1 – Camarões 0: Reações no final do jogo

“Camarões tem uma equipe muito habilidosa e que joga a um nível altíssimo de exigência física. Estávamos preparados para uma partida muito difícil. Eu havia dito aos jogadores que não poderíamos ficar na defesa o tempo todo e pedi a eles que procurassem um equilíbrio entre ataque e defesa. No primeiro tempo tivemos momentos complicados, mas pressionamos bastante e chegamos ao golo. Em seguida eles passaram a atacar, mas os nossos defensores fizeram um bom trabalho. Para o futuro, porém, acho que precisamos de ser mais agressivos. A partida de hoje foi apenas a preparação para a segunda. Ainda precisamos evoluir. Não considero o jogo de hoje um grande triunfo. O importante é o próximo.” Takeshi Okada, técnico do Japão.

“Lamento que os meus jogadores não tenham conseguido jogar no nível a que estão acostumados. Acho que eles estavam nervosos demais no primeiro tempo. Depois passaram a buscar mais o jogo, mas de maneira desorganizada. Desperdiçamos uma infinidade de bolas fáceis. Esta é a minha maior decepção. É muito frustrante ver a sua equipe jogar em um nível que não é o dela.” Paul Le Guen, técnico de Camarões.

“Fizemos uma boa partida do início ao fim. Os japoneses tiveram apenas uma oportunidade, e perderam. Já nós tivemos várias no segundo tempo, e um pouco menos no primeiro. Dominamos o jogo. Agora, é preciso seguir trabalhando. Queimamos o nosso curinga e vamos precisar dos três pontos diante da Dinamarca. Os jogadores mais jovens do nosso grupo fizeram coisas excelentes, considerando que foi a primeira partida de um Mundial deles. É preciso destacar isso.” Samuel Eto’o, atacante e capitão de Camarões.

“O nosso ponto forte foi o conjunto. Corremos os 90 minutos e nos defendemos muito bem, o que foi a coisa mais fundamental. No meu golo a bola veio muito boa e tive calma para aproveitá-la. Eu sabia que quando tivéssemos uma chance iríamos convertê-la.” Keisuke Honda, atacante do Japão eleito melhor Jogador do Jogo.

“A seleção de Camarões é muito forte, com muitos jogadores em vários clubes ao redor do mundo. Foi muito difícil, mas nos mantivemos unidos na defesa e não deixamos eles chegarem.” Marcus Túlio Tanaka, defesa do Japão.

“Agora simplesmente temos de derrotar a Dinamarca, isso é certo. Não há mais margem para erro. O golo sofrido realmente afetou-nos, mas não podemos baixar a cabeça. Queríamos vencer, começamos bem e sabíamos que o Japão podia fazer golo num contra-ataque ou em um erro nosso, o que acabou acontecendo.” Stephane Mbia, meio-campista de Camarões.

“O Japão se defendeu muito bem, pressionou-nos e não sucumbiu à nossa pressão. Não atacamos com convicção suficiente, mas melhoramos no segundo tempo e criamos chances. O que nos faltou foi precisão.” Jean Makoun, meio-campista de Camarões.

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