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Jacarta condenada

Jacarta condenada

 

A capital da Indonésia está cedendo e o Banco Mundial alerta que, se nada for feito, ela desaparecerá em quatro décadas

Uma expedição internacional de 28 cientistas descobriu este Outono a floresta Monte Mabu, no norte de Moçambique, que tem parecenças com um “paraíso perdido”. Nos seus sete mil hectares, encontrados com a ajuda do Google Earth, os cientistas identificaram, para já, três novas espécies de borboletas e uma de cobra.

Em apenas três semanas, a expedição liderada por uma equipa dos Jardins Botânicos Reais de Kew, no Reino Unido, os cientistas encontraram centenas de espécies diferentes de plantas, novas populações de aves raras, borboletas, macacos e uma nova espécie de cobra gigante. Com os espécimes que recolheram e levaram para casa, os cientistas esperam descobrir novas espécies de plantas.

A floresta na região montanhosa do norte do país era, até então, desconhecida para a comunidade científica devido aos difíceis acessos e a anos de guerra civil (1975 – 1992).

Em 2005, Julian Bayliss, cientista britânico dos Jardins Botânicos, estava à procura de um possível projecto de conservação no Google Earth, na Internet, quando descobriu aquele “bocado de verde” e decidiu ir conhecê-lo. Depois de algumas primeiras visitas, a expedição de 28 cientistas – do Reino Unido, Moçambique, Malawi, Tanzânia e Suíça – partiu em Outubro com 70 carregadores para a floresta.

Segundo conta o “The Observer”, a estrada levou a expedição até uma antiga quinta de produção de chá, abandonada. Para lá, era a floresta. Foi aí que montaram acampamento durante quatro semanas e encontraram uma riqueza biológica insuspeita, como as centenas de plantas tropicais.

O líder da expedição, o botânico Jonathan Timberlake, considerou ao “Telegraph” que descobrir novas espécies não é importante só para a ciência mas ajuda a salientar a necessidade dos esforços de conservação nas regiões do mundo mais ameaçadas pela desflorestação e pelo rápido desenvolvimento.

Estima-se que os cientistas descrevam, todos os anos, cerca de duas mil novas espécies.

 

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