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Itália optimista quanto a modernização da FACIM

Itália poderá aumentar o número de empresas a participar na Feira Internacional de Maputo (FACIM), logo que as instalações desta empresa de exposições e venda de mercadorias alargar e modernizar as suas instalações.

Com efeito, a Itália acolheu com satisfação o anúncio de que a FACIM será transferida, a partir de 2010, para Ricatlha, distrito de Marracuene, a cerca de 20 quilómetros a Norte da capital do país, Maputo. Falando quarta-feira última a imprensa, em Maputo, o Embaixador italiano em Moçambique, Carlo Lo Cascio, disse haver muitas empresas italianas que deviam participar, por exemplo, na edição deste ano da FACIM se não fosse a escassez de espaço.

A AIM soube do Embaixador que há um crescente interesse dos empresários italianos por Moçambique. Este ano, por exemplo, 42 empresas daquele pais europeu já confirmaram a participação na FACIM. “Numerosas empresas italianas, em número de 42, algumas provenientes directamente da Itália e outras já presentes “in loco” no país, já confirmaram a participação na Feira”, disse Carlo Lo Cascio. Na FACIM, a Itália tem um “stand” com cerca de 650 metros quadrados.

O diplomata italiano indicou que só neste ano “a participação do seu país na FACIM será caracterizada por uma oferta comercial bastante ampla, que cobrirá os sectores da energia, construção civil, infraestruturas, agricultura, agro-indústria, consultoria, transportes, telecomunicações, turismo e vestuário”. Espera-se que durante o decurso da Feira sejam assinados protocolos nas áreas de energia e comércio. A Embaixada também organizou uma semana da gastronomia italiana com especialidades da ilha da Sicília.

O projecto de Marracuene, numa área de 20 hectares, será implementado em fases, sendo que a primeira, orçada em cerca de 16 milhões de dólares norteamericanos, compreende, entre outras infra-estruturas, um pavilhão multi-uso, que será também palco do Campeonato Mundial de Hóquei em Patins-2011, e um parque de estacionamento de viaturas com capacidade para entre 1800 e 2000 viaturas. A execução da primeira fase do projecto será financiada pelo Governo, sendo que a segunda, que compreende infra-estruturas complementares, nomeadamente hotéis, centros de negócios, agências bancárias e outras, deverá contar com a participação do sector privado.

O actual recinto da FACIM encontra-se em estado avançado de degradação, para alem de estar a ser subaproveitado, uma vez que e’ utilizado entre duas e três vezes por ano. A construção de novo recinto para a FACIM vai responder aos anseios dos expositores, que há muito pediam uma feira mais moderna, atractiva, comparada a outras que ocorrem nos países vizinhos e não só.

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