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Investidos 80 milhões de U$D pelas empresas florestais

As empresas Chikweti Forests of Niassa, New Forests, Florestas de Niassa, Green Resources e Companhia de Massangulo, mudaram a actividade econômica nesta região.

Desde 2005 até a campanha 2010-2011, foram plantados 16 mil hectares de pinho e eucaliptos nos distritos de Sanga, Muembe, Lichinga, Lago, Mandimba e Massangulo.

Mensalmente, os cerca de seis mil trabalhadores contratados a tempo inteiro, movimentam a quantia de 430 mil USD em salários nos seis distritos.

Para além destes valores, há os dos custos correntes como compra de combustíveis, equipamentos, impostos e outros. O distrito de Lichinga é o que hospeda maior número de empresas, três, Chikweti Forests, Florestas de Niassa e Green Resources. Em processo de entrada está a UPM, o que vai perfazer quatro.

Entretanto, em alguns distritos como Muembe, no Posto Administrativo de Chiconono, começa a escassear a mão de obra. A empresa New Forests, pondera trazer mão-de-obra de alguns povoados próximos de Muembe para apanhar a demanda.

Serviços terciários

No distrito de Lichinga, onde opera a Florestas de Niassa (FdN), há novas empresas de prestação de serviços no ramo de transporte. Três empresas baseadas na cidade de Lichinga foram contratadas pela FdN para o transporte de trabalhadores de e para o local de trabalho.

Os passos de uma plantação

Preparação de um hectare de plantação florestal custa em média 1500 dólares norte americanos.

Espécies em plantio

Pinhos (Ocarpa, Caribeia, Patula) cujas sementes são trazidas da Guatemala, Honduras, Zimbabwe, África do Sul, México e Costa Rica. Eucaliptos de diversas espécies também trazidos Guatemala, Honduras, Zimbabwe, África do Sul, México e Costa Rica.

Cronologia das plantações

2005: Inicia a primeira plantação através da Chikweti Forests.

2018: Primeiro desbaste de algumas plantas.

2025: Primeiras colheitas de pinho e eucaliptos.

2030: É o pico da colheitas destas plantações.

Mercados: Moçambique, Asiático, Europeu e Africa do Sul.

Aplicações: Indústria de papel, postes de energia eléctrica, madeira e mobiliário.

Postos de trabalho: Espera-se que sejam criados 25 mil postos de trabalho directos e indirectos até 2025 no Niassa.

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