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Infra-estruturas na SADC: Ainda há muito que fazer

O presidente em exercício da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), Armando Guebuza, reconhece que ainda há muito por se fazer no âmbito de desenvolvimento de infra-estruturas, nesta região, não obstante os melhoramentos que têm sido registados neste sector.

Depois de mencionar alguns progressos no sector de infra-estruturas, particularmente os que viabilizam os corredores de desenvolvimento, as redes de interligação eléctrica e as plataformas de tecnologias de informação e comunicação, Guebuza sublinhou a necessidade de se acelerar os investimentos neste domínio com vista a assegurar um financiamento sustentável e inovador.

O Estadista moçambicano e líder da SADC fez esta referência esta quinta feira (27) em Maputo onde decorre a Conferência sobre a Mobilização de Investimentos para Infra-estruturas da SADC.

O encontro, de dois dias, pretende buscar formas de acelerar a mobilização de recursos para a implementação do Plano Director para o Desenvolvimento de Infra-estruturas na região da SADC, cujo valor da sua implementação, a ser feita em 15 anos, é de 64 biliões de dólares. Este plano abrange as áreas de energia, transporte, tecnologias de informação e comunicação, meteorologia, água e turismo.

“O Plano Director de Curto Prazo constitui o nosso ponto de partida para a redução do défice de infra-estruturas na nossa Região,” disse Guebuza. O líder da SADC sublinha a empenho dos países membros desta organização na criação de um ambiente favorável para o investimento. Este empenho verifica-se, entre outros elementos, na criação de condições para a atracção de condições atractivas para o investimento.

Guebuza aponta ainda a harmonização de políticas, quadros reguladores, bem como das disposições legais, preconizadas em vários protocolos, a criação de instituições de promoção de investimentos nos Estados-Membros, que assegurem a harmonização de procedimentos em conformidade com o Protocolo de Finanças e Investimento e o aprofundamento do diálogo entre o Governo, actores não-estatais e, sobretudo, com o sector privado, como sendo a indicação deste compromisso.

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