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Indiciados na escolta de 68 somalis reafirmam total inocência

Encarcerados nas celas do Comando Provincial da Policia da República de Moçambique (PRM) em Nampula, os indiciados na escola de 68 somalis foragidos do Centro de Acolhimento de Mararane reafirmam a sua total inocência nesta prática ilegal.

Segundo fonte do departamento das Relações Públicas, o assunto envolve seis membros da corporação afectos à Segunda e Quarta esquadras que, na madrugada do passado dia 19, dois dias depois da visita do vice-ministro do Interior, José Mandra, foram interpelados à frente de um camião que transportava estrangeiros em situaçao ilegal.

O Wamphula fax deslocou-se ao comando da policia para dialogar com os visados, bem como esclarecer-se do grau do seu envolvimento na matéria.

Os poucos que acederam à nossa solicitação confirmam ter mantido encontro com os estrangeiros no posto de controlo de Muhala, cerca de três quilómetros da capital provincial, mas negam qualquer relação com os mesmos.

Outros entrevistados disseram ter deparado com uma carrinha com três membros da Polícia de Protecção e um dos Serviços Provinciais de Migração que, supostamente, escoltavam o camião a partir de Maratane.

Os quais acabaram, entretanto, por abandonar a viatura depois deste ter sido interceptado pelo pessoal que esteve de serviço no controlo.

Embora se tenham recusado a entrar em pormenores, A.Máquina e A. dos Santos, com 22 e 19 anos nas fileiras policiais, acreditam que o assunto poderá vir a “arrastar muita gente graúda às celas”.

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