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Incêndio consome DAF do Instituto Superior Politécnico de Songo

Um incêndio de grandes proporções devorou o Departamento de Administração e Finanças (DAF) do Instituto Superior Politéctico de Songo, na província de Tete, na madrugada de segunda-feira (16), facto que aconteceu semanas depois de uma auditoria que detectou irregularidades no uso do dinheiro da instituição.

A desgraça foi supostamente causada por um curto-circuito, tendo o fogo destruído não só o equipamento electrónico daquele sector, mas, também, grande parte dos arquivos que ali existiam.

Soube-se de pessoas ligadas ao Instituto Superior Politéctico de Songoque o dirigente máximo da instituição teria ordenado aos seus subalternos para efectuarem uma limpeza mesmo antes de se apurar as causas do incêndio. Estranhamente, o incidente ocorre quatro semanas depois de uma equipa de inspectores do Ministério da Educação (MINED) ter estado no local, onde constatou que houve um desfalque de grandes somas de dinheiro e outras várias irregularidades.

Além disso, importa salientar que o director da instituição está fora de mandato há cinco meses. Perante a ocorrência, várias questões podem ser colocadas, de elas as seguintes: o incêndio será ou não uma distruição de armas do crime? Se não, porquê houve tanta pressa em mandar limpar os vestígios do fogo?

Entretanto, independentemente das respostas que forem dadas e da conclusão a que cada um possa chegar, a verdade é que o DAF do Instituto Superior Politécnico de Songo ficou reduzido a cinzaa e jamais voltará a ser o mesmo, prinipalmente no que tange aos documentos que lá existiam.

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