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Houve calma nos festejos do Dia da Família mas os acidentes de viação continuam sem freios

O Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) considera que os festejos do Dia da Família foram “relativamente calmos”, apesar da ocorrência de alguns episódios anómalos, tais como os acidentes de viação, que persistem devido ao descuido de certos condutores e peões.

O balanço policial, que compreende o período de 24 a 26 de Dezembro, indica que a situação da ordem, segurança e tranquilidade públicas não foi das piores, “pese embora os acidentes de viação”.

Mesmo sem precisar o número de acidentes registados durante os três dias, em todo o país, Inácio Dina, porta-voz do Comando-Geral da Polícia da PRM, afirmou que “os resultados não nos agradam bastante. Queríamos reiterar, mais uma vez, os apelos aos cidadãos, sobretudo aos automobilistas, para que observem, de forma escrupulosa, as regras de trânsito”.

Destaque, pela negativa, vai para o sinistro rodoviário que vitimou 11 pessoas e feriu outras 16, na noite de domingo (25) na Estrada Nacional nº. 1 (EN1), no distrito de em Alto-Molócuè, na província da Zambézia.

O responsável pela tragédia e que se fazia ao volante de um camião de grande tonelagem fugiu.

Entretanto, o porta-voz do Comando-Geral PRM, disse a jornalistas, em conferência de imprensa, que enquanto se está no encalço do condutor em causa, a sensibilização continua na esperança de que os automobilistas levem a peito o mal que os acidentes de viação representam na sociedade.

Os peões também protagonizam, de forma deliberada, actos que atentam contra as suas vidas.

Segundo Inácio Dina, na cidade de Maputo, um cidadão embebedou-se, pôs-se a caminhar e atirou-se à estrada numa altura em que passava uma viatura, tendo sido atropelado mortalmente.

“Isto é só para mostrar que por mais que queiramos dividir a culpa entre o condutor e a vítima”, uma vida já se perdeu “por conta de excessos”, disse o porta-voz, ajuntando que “continuamos a assistir alguma renitência por parte dos cidadãos em acatar os apelos” das autoridades da Lei e Ordem.

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