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Hospitais públicos paralisados por greve no Burkina Faso

A quase totalidade dos centros de saúde públicos do Burkina Faso estão paralisados desde terça-feira por uma greve de 72 horas, convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Saúde Humana e Animal (SYNTSHA).

Esta greve, que deve terminar quinta-feira, acontece numa altura em que o país está confrontado com uma epidemia de dengue que já fez cerca de 20 mortos. Nos centros de saúde, os pacientes não beneficiaram de cuidados, provocando a ira nos acompanhantes.

“Penso que (os médicos grevistas) devem pensar na vida das populações. Os nossos pacientes sofrem e não há mesmo uma enfermeira para a consulta”, indignou-se Mariam Sanfo, que acompanhava a sua filha atingida de paludismo, no hospital do sector 30 de Ouagadougou, onde não se via nenhum pessoal de saúde desde terça-feira à noite.

No seu caderno reivindicativo, os agentes de saúde exigem, entre outros, a cobertura da saúde dos trabalhadores, as questões de salários e subsídios e a aplicação da lei 81 e a cessação das “agressões” perpetradas contra os seus colegas no exercício da sua profissão.

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