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HIV/SIDA aumenta em Tica

O Centro de Saúde do Posto Administrativo de Tica, no distrito de Nhamatanda, na província de Sofala, tem registado subida de novos casos de infecção pelo HIV, vírus que causa a SIDA. Esta informação, foi tornada pública pela Directora de Saúde deste posto administrativo, Elsa da Conceição, numa entrevista exclusiva que concedeu à nossa reportagem.

Segundo a fonte, só de Janeiro a Junho do corrente ano num universo de 676 pessoas atestadas, 214 acusaram positivo, facto que demonstra uma subida na ordem de 5 por cento quando comparado com igual período do ano passado. Deste número, 76 são mulheres grávidas que estão neste momento a fazer a Prevenção e Tratamento Vertical, vulgo PTV. Ainda na esteira desta entrevista, a directora de saúde deste posto administrativo fez saber que apenas 54 pessoas estão a fazer o tratamento AntiRetroviral Para a nossa interlocutora, a ignorância continua a ser um dos principais motivos para a subida destes números.

 “Olha, neste distrito, não é falta de informação ou de conhecimento, as pessoas sabem muito bem que existe a doença, apenas se limitam em não se prevenir”, revelou da Conceição acrescentando ainda que o número de novos casos de contaminação tem aumentado em crianças com idade não superior a 15 anos de idade. Segundo Elsa as jovens deveriam se preocupar em estudar, se formar, preparar o seu futuro, mas infelizmente com 13, 14 até 15 já estão grávidas.

No que toca ao tratamento, a desistência e a ignorância por parte dos doentes está por detrás deste número de tratamento bastante inferior. “Os doentes, começam bem o tratamento mas chegam no meio e param, alegando falta de alimentação para acompanhar os medicamentos”, disse a fonte para depois acrescentar que outros doentes não acreditam que estão infectados e que esta doença, de facto, existe. Elsa da Conceição vai mais longe ao afirmar que, outros doentes mudam constantemente de residência, o que torna cada vez mais difícil o controlo dos doentes. Face a esta situação segundo a nossa interlocutora, esforços são envidados com vista a mudar nos doentes a sua maneira de pensar.

“Temos realizado palestras em parcerias com associações locais de combate ao HIV e SIDA no sentido de sensibilizar cada vez mais os doentes sobre a importância e o risco que o doente corre quando interrompe o tratamento”, frisou. A fonte disse ainda que, os familiares dos doentes são incentivados a continuarem a prestar apoio, tanto alimentar assim como psico-social, mostrando a eles a importância dos medicamentos que estes têm sido administrados.

De acordo com a fonte que temos vindo a citar, muitos doentes ainda com CD4 ainda estável, pouco fazem com vista manter estável, o seu sistema imunológico. DP pois, um hospital sujo, desarrumado e exalando mau cheiro, em nada dignifica e mostra claramente, o tipo de dirigente que está à frente de tal unidade sanitária. Outra questão não menos importante, e que preocupa o sector da Saúde, tem a ver com a melhoria de gestão e da eficiência hospitalar, ao que leva Garrido a questionar, “quem controla os doentes, começam bem o tratamento mas chegam no meio e param, alegando falta de alimentação para acompanhar os medicamentos”, disse a fonte para depois acrescentar que outros doentes não acreditam que estão infectados e que esta doença, de facto, existe.

Elsa da Conceição vai mais longe ao afirmar que, outros doentes mudam constantemente de residência, o que torna cada vez mais difícil o controlo dos doentes. Face a esta situação segundo a nossa interlocutora, esforços são envidados com vista a mudar nos doentes a sua maneira de pensar. “Temos realizado palestras em parcerias com associações locais de combate ao HIV e SIDA no sentido de sensibilizar cada vez mais os doentes sobre a importância e o risco que o doente corre quando interrompe o tratamento”, frisou.

A fonte disse ainda que, os familiares dos doentes são incentivados a continuarem a prestar apoio, tanto alimentar assim como psico-social, mostrando a eles a importância dos medicamentos que estes têm sido administrados. De acordo com a fonte que temos vindo a citar, muitos doentes ainda com CD4 ainda estável, pouco fazem com vista manter estável, o seu sistema imunológico o desempenho dos médicos e enfermeiros, dos serventes, pessoal administrativo e a alimentação dos doentes.

Que mecanismos existem de prestação de contas nos nossos hospitais”.“É nossa responsabilidade controlar e medir o desempenho dos profissionais de Saúde, elogiando os melhores e criticando e ou corrigindo os menos bons. Tal como é nossa responsabilidade, zelar pelo uso racional de medicamentos, prevenir roubos, quer de medicamentos, material cirúrgico e dos alimentos”. Para Garrido, os serviços prestados nos hospitais devem ser especiais para todos e não para uma minoria.

Refira-se que este encontro que hoje termina, vai estudar como melhorar a segurança nos hospitais, por forma a evitar situações em que as pessoas, se fazem passar de médicos, observam e medicam doentes, roubos de bebés nas maternidades e o desaparecimento de corpos nas morgues. Durante estes dias, gestores e directores dos hospitais vão debruçar-se sobre a institucionalização e consolidação do PCI, enfermarias de modelo, normas e atendimento das vítimas de violência, normas de segurança, entre outras questões

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