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Governo mobiliza fundos para estrada até a Ponte da Unidade

O Primeiro-Ministro, Alberto Vaquina, afirma que o governo está a mobilizar fundos para a construção, em território moçambicano, da estrada que leva à Ponte da Unidade, infra-estrutura que liga os dois países na fronteira norte, sobre a bacia do Rovuma.

Vaquina respondia a uma das várias preocupações levantadas por membros da comunidade moçambicana residentes na vizinha Tanzânia, sobre a necessidade de uma maior celeridade na edificação da rodovia, para facilitar a circulação de pessoas e bens.

A ponte da unidade, símbolo da amizade entre os povos dos dois países, é um investimento dos governos de Moçambique e Tanzânia mas cujos objectivos preconizados ainda não estão a ser alcançados devido a falta de estrada de acesso do lado moçambicano.

No encontro havido na Embaixada de Moçambique na capital económica daquele país, por ocasião da visita de três dias que Vaquina esteve a efectuar, no quadro das comemorações do Jubileu da Independência da Tanzânia (50 anos), os residentes explicaram que o mau estado da via dificulta o desenvolvimento de negócios.

Na ocasião, os residentes também pediram a implantação de um consulado na província meridional tanzaniana de Mtwara, para reduzir as distâncias que os moçambicanos têm de percorrer até chegar a Dar-es-Saalam, onde fica a embaixada.

Os moçambicanos, segundo o matutino “Notícias”, também enfrentam dificuldades na legalização das suas residências naquele país e pediram a intervenção com vista a assegurar a continuidade dos estudos dos filhos nas universidades e o acesso ao emprego para os filhos.

Vaquina exortou a comunidade moçambicana residente naquele país para registar-se junto da embaixada, para obter os documentos nacionais e, por via disso, poder usufruir dos direitos que o Estado moçambicano garante aos cidadãos nacionais, incluindo assistência em caso de necessidade. O primeiro-ministro explicou, por outro lado, que não deve haver receios de repatriamento depois do registo, porquanto há muitos tanzanianos a residirem em solo moçambicano.

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