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Governo da Zambézia não fala com o povo

Armando Guebuza, presidente da República de Moçambique, que está de visita à província da Zambézia desde última sexta-feira, disse, de viva voz, em público que “há défice de comunicação entre o governo da Zambézia e a população”.

A resposta à pergunta sobre as governações abertas que o governador Itai Meque faz nos distritos é mais do que simples: Esbanjar dinheiro, para depois dizer que a província está a desenvolver.

Guebuza não compreende como é que casos de pequena monta como o pagamento de trabalhos realizados, chegam às suas mãos. Viu-se isso no comício por ele orientado, Sexta-feira passada.

Armando Guebuza foi recebido, em Quelimane, com muitos envelopes que lhe aguardavam. Um sinal claro de que os problemas dos zambezianos só podem ser resolvidos pelo chefe do estado.

Na mesma ocasião, o presidente da república disse que as soluções devem ser tidas localmente e não esperar que o chefe do estado venha dialogar com a população. Guebuza foi afável e quando recebia os tantos envelopes ria-se.

Para que valem as governações abertas?

Não é segredo dizer que Francisco Itai Meque fica duas semanas nos distritos sob pretexto de estar a fazer governação aberta.

No tempo em que permanece no distrito há muito dinheiro gasto e o número de pessoas que o acompanha é elevado, para além dos meios circulantes.

Mesmo com tanto tempo de “passeio” Itai Meque, por aquilo que se viu, última Sexta-feira, no comício, não consegue resolver os problemas da população. Aliás, a governação aberta só pode ter outros interesses por detrás.

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