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Governador do Banco de Moçambique não exclui cartelização bancária nas taxas de juro

O governador do banco central de Moçambique disse nesta segunda-feira(06) que não exclui a possibilidade de os maiores bancos que operam no país estarem a actuar em cartel na definição das taxas de juro a cobrar pelos empréstimos.

“Precisamos de trazer para o sistema uma maior concorrência entre os actores bancários. Eu não posso dizer, enquanto governador, que há concertação, mas não excluo a possibilidade… dos 18 bancos que operam no país – podemos reduzir os maiores a 4 -, então, em teoria, e não querendo dizer que isso está a acontecer, pode haver uma espécie de cartel”, disse Ernesto Gove, quando questionado sobre a prática de taxas de juro muito semelhantes entre os operadores bancários em Moçambique, que motiva críticas dos empresários.

Questionado pelos jornalistas à margem do XXIV Encontro dos bancos centrais dos países de língua portuguesa, que decorreu hoje em Lisboa, Ernesto Goveo disse estar “muito atento”.

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