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Especialista desvincula Copa do Mundo a aumento da prostituição

A Copa da Alemanha de 2006 não desencadeou um grande aumento do tráfico de pessoas nem da prostituição e, segundo declarou uma especialista no tema, a Copa da África do Sul não deverá fazer esses fenômenos crescerem no país.

“A Organização Internacional para a Migração (OIM) chegou a concluir que não há nenhum dado confiável que permita provar o vínculo entre o tráfico de pessoas e os grandes eventos esportivos. Devemos ter isso em mente”, afirmou Chandre Gould, do Instituto de Estudos de Segurança. Gould fez tais afirmações durante um seminário sobre prostituição e tráfico de pessoas ocorrido na Cidade do Cabo.

Segundo ela, “não há nenhuma razão para supor que a África do Sul não respeitará essa regra”. Segundo ela, a OMI provou que não houve mais tráfico de pessoas durante a Copa de 2006 e que a cifra de 40.000 prostitutas que supostamente chegarão à África do Sul para a Copa (que ocorre de 11 de junho a 11 de julho) não tem fundamento.

Com a aproximação do evento, as autoridades sul-africanas reforçaram seu arsenal jurídico e policial para lutar contra o risco de a prostituição e o tráfico de pessoas aumentarem. Pela primeira vez, será promovida uma investigação sobre a prostituição nas cidades-sede da Copa, para avaliar se o evento desencadeia um aumento da oferta e da demanda neste setor.

“A Copa do Mundo da África do Sul é uma oportunidade importante” para medir com rigor o vínculo entre os grandes eventos esportivos e o tráfico de pessoas, declarou o diretor desse projeto de investigação, Marlise Richter, da Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo.

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