Para continuarmos  a fazer jornalismo independente dos políticos e da vontade dos anunciantes o @Verdade passou a ter um preço.

Empresas que combatem o sida em crescendo

O número de empresas empenhadas na luta contra a propagação do HIV/Sida e todo tipo de discriminação contra as pessoas vivendo com aquela doença responsável por milhares de mortes a nível mundial, tem vindo a crescer desde 2008, graças ao esforço desenvolvido pela Associação de Empresários Contra Sida, Tuberculose e Malária (EcoSida), através do seu programa de implementação de programas e políticas de HIV/Sida no local do trabalho.

Foi neste âmbito que 40 empresas, afirmaram na presente semana, o seu envolvimento na implementação de políticas de HIV/Sida no local de trabalho, elevando o número destas para 54 entidades empregadoras, na sua maioria pequenas e médias empresas.

De acordo com Natividade Bule, presidente da EcoSida, falando, na última terça-feira, em Maputo, durante o lançamento da segunda fase da implementação do projecto, as empresas envolvidas no combate aquela enfermidade vulgarmente conhecida por pandemia do século, estão a cooperar de forma eficaz na implementação das políticas no seio dos assalariados o que tem contribuído na consciencialização dos mesmos face à pertinência de cada um daqueles em saber o seu estado de seroprevalência de modo a beneficiar de ajuda em termos da dieta alimentar, do acompanhamento médico e do acesso ao tratamento antiretroviral.

Bule disse que, nas empresas envolvidas os trabalhadores são aconselhados a fazer o teste de Sida, porém são criadas todas as condições mínimas para que os mesmos não sejam expostos sob pena de se sentirem discriminados devido ao seu estado de seroprevalência.

Segundo Bule o trabalho desenvolvido pela EcoSida, conta com o financiamento de instituições não governamentais internacionais e ainda de multinacionais, como a Mozal, a Sazol, Coca-Cola e a Cervejas de Moçambique (CDM), que alocam fundos para que as pequenas e médias empresas possam implementar as políticas do HIV/Sida nos seus sectores de actividade.Finalizando Bule disse que o trabalhador virou principal alvo da organização que dirige por ser o principal recurso para garantir a produção e o fortalecimento da economia nacional. B. Mbembele

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on pinterest
Pinterest

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Related Posts

error: Content is protected !!