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Em vista construção de uma fábrica de tijolos no Maputo

Uma nova fábrica de produção de tijolos e blocos deverá ser construída a partir de 2012 na província meridional do Maputo por investidores brasileiros.

A escolha daquela província deve-se “à existência em quantidades industriais e de boa qualidade da argila”, principal matéria-prima da nova unidade económica para abastecer a Indústria de Cerâmica e Construção Civil da região Sul de Moçambique, segundo Osvaldo Rosalino, presidente do Sindicato das Indústrias Cerâmicas e Artefactos de Cimento do Estado de Rondônia (SINDICER- RO), Norte do Brasil.

Rosalino justificou o investimento no Maputo da sua empresa, denominada Cerâmica Rosalino, como devendo- se ao “florescente desenvolvimento do sector de infra-estruturas, em Moçambique, a necessitar daquele tipo de material de construção”.

Em declarações ao Correio da manhã, aquele empresário brasileiro não revelou, no entanto, os valores que deverão ser alocados para a viabilização daquele projecto, garantindo apenas que a sua firma vai apostar na utilização de tecnologias modernas de produção de produtos cerâmicos para “fazer face à provável concorrência originada pela presença de produtos de origem chinesa no mercado moçambicano”.

Em Moçambique, a Cerâmica Rosalino deverá desenvolver a sua actividade em parceria com firmas moçambicanas interessadas em explorar aquela área de actividade produtiva, classificando de “excelente ideia a criação de joint-venture com firmas moçambicanas”.

Osvaldo Rosalino explicou que “os investidores estrangeiros têm a possibilidade de trabalhar com entidades locais que melhor conhecem o seu mercado”.

O investidor brasileiro fazia parte de uma delegação do seu país que, semana passada, visitou Moçambique para troca de experiências com agentes económicos nacionais e explorar novas oportunidades de investimento no país.

A construção de uma indústria cerâmica, em Moçambique, insere-se nos esforços do Sindicato das Indústrias Cerâmicas e Artefactos de Cimento do Estado de Rondônia visando expandir as suas actividades para os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

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