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Em listagem fontes radioactivas

Num esforço visando reduzir a exposição do material radioactivo ao meio ambiente perigando a saúde pública, o Governo Moçambique afirma estar para “breve” o início do processo de investigação e listagem de fontes de material radioactivo nos produtos produzidos localmente ou importados.

A medida visa fazer face à vulnerabilidade do país em relação à capacidade de controlo e monitoria daquele tipo de produtos tóxicos que “constituem um sério perigo à saúde pública”, segundo a Agência Nacional de Energia Atómica (ANEA), instituição governamental oficialmente em funções desde esta quarta-feira em Moçambique. Devido à exposição à radioactividade, Moçambique poderá vir a experimentar a contaminação da parte do seu lençol freático, desenvolvimento de doenças cancerígenas e graves prejuízos à Agricultura, de acordo igualmente com a ANEA, apontando a leucemia, infertilidade e ocorrência de deficiências congênitas como problemas causados por produtos radioactivos expostos ao relento.

Reacção externa Entretanto, para um pleno controlo e inspecção da radioactividade, o Governo deverá apresentar uma regulamentação específica sobre Energia Atómica, de acordo com o Primeiro-Ministro, Aires Ali, salientando que “Moçambique quer desenvolver aquele tipo de tecnologia apenas para fins pacíficos, daí não temermos qualquer reacção contrária externa, pois será sempre de acordo com as modalidades internacionalmente recomendáveis”.

Ali apontou os sectores da Saúde, Mineração, Agricultura e Pecuária como áreas que irão beneficiar de tecnologia baseada na Energia Atómica produzida no país, realçando ainda que “mesmo a exploração de recursos minerais vai passar a ser feita em conformidade com padrões de protecção internacionalmente requeridos para garantir a total segurança das pessoas, bens e do meio ambiente”. Aquele governante falava, esta quarta-feira, em Maputo, durante a cerimónia de tomada de posse de Carlos Machili, como o director-geral da Agência Nacional de Energia Atómica. Moçambique, refira-se, é membro da Agência Internacional de Energia Atómica, desde Setembro de 2006.

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