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Eleições: FRELIMO teve bom início em Montepuez

A Frelimo diz ter tido um bom início da campanha eleitoral para as eleições gerais e para as assembleias provinciais ao nível do distrito de Montepuez, na província nortenha de Cabo Delgado, onde não se registaram quaisquer incidentes nos primeiros dois dias. Durante este período, a campanha da Frelimo, partido no poder em Moçambique, foi caracterizada por comícios populares, desfiles nas principais artérias da cidade de Montepuez e contactos interpessoais.

Virgília Matabele, membro da brigada central da Frelimo destacada para Montepuez, orientou em Montepuez uma reunião em que participaram cerca de 400 mulheres daquele distrito, no quadro da campanha eleitoral. Neste encontro, segundo Matabele, as mulheres descreveram, elas próprias, as principais realizações do partido durante o quinquénio prestes a terminar, tendo reiterado a sua confiança na Frelimo e no seu líder, Armando Guebuza, que concorre para a sua própria sucessão.

“Posso assegurar que, aqui em Montepuez, estamos a trabalhar apenas para conseguir 100 por cento dos votos”, disse Matabele, falando a um grupo de jornalistas, no segundo dia da campanha para as legislativas e presidenciais, bem como para as primeiras eleições para as assembleias provinciais, pleitos agendados para 28 de Outubro próximo.

No seu balanço preliminar dos dois dias da campanha da Frelimo, Matabele disse que os militantes guardam na memoria aquilo que são as grandes realizações do Governo da Frelimo, como são os casos do Fundo de Investimento de Iniciativas Locais, vulgo Sete Milhões de Meticais, a reversão a favor do Estado moçambicano da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, a construção da Ponte “Armando Emilio Guebuza” sobre o rio Zambeze e que estabelece a ligação sul, centro e norte do país, bem como a expansão do ensino superior para os distritos, entre outros feitos.

 “Como podem ver, nestes cinco anos fizemos com que as universidades se aproximassem dos cidadãos, ao invés destes procurarem as universidades”, disse Matabele, acrescentando que agora os cidadãos têm largas possibilidades de escolha nesta matéria. Ate ao momento, apenas a Frelimo e, algumas vezes, o Movimento Democrático de Moçambique (MDM) eram visíveis em Montepuez, enquanto a Renamo e outros partidos pouco se sabia sobre as suas actividades neste período da campanha.

Alias, a reportagem da AIM esteve numa das casas onde, outrora, funcionou a delegação distrital da Renamo, no bairro de Napai, e constatou que lá estava içada a bandeira do MDM. Algumas fontes que residem nos arredores do local confirmaram que aquela casa é a sede do MDM. As mesmas fontes disseram que a Renamo mudou a sua sede para um outro bairro, Ncorico. Mas durante todo o dia em que AIM esteve em Montepuez não viu um único panfleto, bandeira ou qualquer tipo de material propagandístico do maior partido da oposição em Moçambique.

Mesmo ao longo da estrada entre a capital provincial, Pemba, e a cidade de Montepuez não foi possível ver qualquer vestígio da campanha da Renamo. Os únicos partidos cujo material estava exposto ao longo da via são a Frelimo e o MDM, de Daviz Simango. Simango, candidato as presidenciais pelo MDM, escolheu o distrito de Chiure para lançar a sua campanha, não obstante o seu partido não concorrer as legislativas no círculo eleitoral de Cabo Delgado. Entretanto, terça-feira, terceiro dia da campanha eleitoral, a Frelimo tem agendado desfiles nas principais vias da cidade de Pemba e de Montepuez, na vila sede de Chiure, bem como reuniões populares nos bairros e contacto porta-aporta.

O MDM, por sua vez, continua a fazer a campanha do seu candidato, que hoje escala a província do Niassa, priorizando contactos interpessoais. Até ao princípio da manhã de hoje não havia indicações sobre a agenda da campanha eleitoral dos outros partidos. Divulgação da legislação- Cont.) na promoção de uma participação sustentável e equitativa das comunidades no desenvolvimento rural. Desta feita, o programa de capacitação sobre o uso de recursos naturais para o desenvolvimento deve fortalecer a implementação da abordagem de “desenvolvimento participativo e inclusivo” que respeite os direitos locais e retornos económicos concretos para todas as partes interessadas, em particular as comunidades rurais.

O seminário deve, segundo Cuereneia, propiciar um espaço para que os quadros e gestores influenciem a tomada de decisões, e possam interagir entre si e ganhar consciência da importância do uso adequado e sustentável da terra e dos recursos naturais para a criação de riqueza nos distritos.

“Estamos convictos que este seminário irá fortalecer uma contribuição valiosa para todos nós e, em particular, para auxiliar o governo na implementação e divulgação dos instrumentos legais sobre os recursos naturais”, vincou o ministro. Espera-se que no final do encontro, que termina Sexta-feira, os participantes tenham conhecimentos melhorados sobre o manuseamento dos instrumentos de gestão da terra e recursos naturais.

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