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Docente universitário recomenda fiscalização à actividade tributária

Amílcar Sabino, docente universitário na Cidade da Beira, onde também desenvolve actividades económicas e é dirigente desportivo, nomeadamente Presidente da Associação Provincial do Atletismo, defendeu em entrevista ao nosso jornal ser importante fiscalizar a actividade tributária sobretudo na Província de Sofala, onde considera haver muitas irregularidades cometidas pelos agentes do sector.

Amílcar Sabino que já foi director de uma empresa estatal sedeada na Cidade da Beira, nomeadamente Promac – Produtora de Materiais de Construção, e também dirigiu os Serviços Provinciais de Administração do Parque Imobiliário do Estado – APIE, membro do Partido Frelimo, fez esta recomendação quando abordado pelo nosso jornal a indicar as áreas que na sua opinião devem constituir prioridade para o novo Governador da Província de Sofala, Maurício Vieira.

Referindo-se concretamente ao combate a pobreza urbana, Sabino afirmou que não há dúvidas que o slogam do Governo é bom, nomeadamente quando diz que apoia o empreendedorismo. No entanto, lamentou o facto de existirem agentes dentro do próprio Estado que fazem esforço contrário, os quais procuram ofuscar o empreendedorismo, precisamente aqui na Província de Sofala, em particular na Cidade da Beira.

“Temos agora o alargamento da base tributária, penso ser uma iniciativa muito boa, apesar de eu não estar muito satisfeito com o valor considerado como mínimo para esse efeito, que é de 2.5 milhões de meticais. Eu penso que esse valor devia ser reduzido porque 2.5 milhões de meticais para mim é um valor muito alto que, prontos, os estudiosos se calhar poderão não ter tido a devida atenção”. Amílcar Sabino prosseguiu, sublinhando que aqui em Sofala há uma tendência muito grande de se ofuscar sobretudo os novos empreendedores.

“As iniciativas empreendedoras são ofuscadas principalmente aqui na Província de Sofala” – enfatizou, para quem a actuação que tem caracterizado o pessoal da Autoridade Tributária especialmente na Cidade da Beira não motiva. O nosso entrevistado disse que deve faltar alguma acção de fiscalização a actuação da Autoridade Tributária em Sofala, complementando que nesta província existe tendência de perseguição quando se nota que algum cidadão nacional consegue prosperar na vida, ou seja, consegue empregar-se e empregar outros cidadãos, consegue

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