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Selo: Denúncia de abuso de poder, escrito por Rosaria Domingos

Muito obrigado por aceitar o meu pedido de publicação desta carta no espaço reservado ao leitor, deste matutino que V.Excia sabiamente dirige.

São despoletados casos de má conduta, abuso do poder, e mais irregularidades através dos midias espero que este seja também um deles.

Depois que em 2012 a Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Inhambane (ESTHI) apareceu nos Mídias pelo facto de servir alimentação deteriorada aos seus estudantes este ano está de volta a mesma escola para fazer conhecer a realidade da direcção que possui, arrogante, que nem sequer soube pedir desculpas pelo acto anterior como se algo normal tivesse acontecido. Servir alimentação em mau estado de conservação aos estudantes, mesmo que estes tiveram que pagar pela mesma.

Pergunto eu ( o que disse a respeito essa Liga de Defesa do Consumidor? Se bem esta existe em Moçambique.) Mas desta vez não vimos tratar desse assunto! Desta vez quero mostrar a vida afetiva dentro desta escola, dos dirigentes que espezinham os subordinados, os maltratam e até mesmo quando mortos mostram a sua arrogância! Peço desculpa não quero ferir sensibilidades mas esta é a triste realidade que neste local laborar se vive.

Pede-se a quem de direito que leve a sério as questões que aqui serão apresentadas: Em particular ao Magnífico Reitor da UEM.

• A direcção da Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Inhambane no presente ano prometeu aos funcionários um momento de confraternização pela passagem do 1 de Maio de 2013. Para tal os funcionários tinham que comparticipar com 150,00 Meticais cada; valor disponibilizado por mais de 97% dos funcionários; de lá pra cá nem água vai nem água vem, a mesma convoca reuniões para injuriar aos colaboradores, casos que nos leva a escrever esta carta.

Achamos que a confraternização haveria de acontecer em simultâneo com a comemoração dos 10 Anos da ESHTI em Inhambane, mas acontece que a Direcção distribuiu convites a alguns funcionários uma clarividência de princípios de Exclusão de certos colegas ( os convites não foram em harmonia com o pagamento da confraternização de 1 de Maio) logo, sugerimos que nos devolvam os valores. Pois em Moçambique burla também é crime. ( Para este caso se não for resolvido podemos levá-lo a instancias judiciarias).

• Perdeu a vida uma funcionária desta escola ( que Deus a tenha), foi doloroso não aparecer sequer um, repito, sequer UM, membro da direcção, mas a mesma é que assegurava as limpezas dos seus gabinetes: que baixaria!!

• Em casos de perda de algum ente querido, o subsídio de funeral sai volvidos dois meses ou mais, sendo necessário rogar; mas porquê? Quando para certos colegas, o valor disponibiliza-se na altura, ate com direito a transporte, e alguns géneros alimentares. Esta pratica cria um ambiente de filhos e enteados na mesma instituição, logo já se sabe quais são as relações esperadas.

• Esta Direcção aplica os métodos arcaicos para dirigir, isto é ( dividir para reinar). Há filhos e enteados nesta escola, mas sendo todos funcionários do Estado; alguns são obrigados a assinatura de contratos de formação e outros não, até têm direito de subsídios, lesando desta forma o Estado. Há pessoas que vão á formações superiores mesmo sendo ainda contratados sem descontos, sem contratos, e outros nem sequer são admitidos, prejudicando novamente o mesmo Estado beneficiando um grupo de pessoas.

• Para o final do ano 2012, a Universidade Eduardo Mondlane ofereceu cabaz para seus funcionários, mas nesta escola os funcionários que se encontram a estudar (alguns) não tiveram este privilégio. Serão ordens do Magnifico? Não quero acreditar que seja mais uma obra de má fé desta Direcção. Ou simplesmente, estes formandos deixaram de ter famílias? ” Mas esta é uma prática habitual do nosso Governo que promete a funcionários Sexta Base e depois… percebemos esta prática”.

• Há uma pessoa que frequentou uma formação na República da África do Sul, esta formação foi custeada totalmente pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Inhambane mas a referida pessoa não é funcionária da mesma escola, agora é funcionária da UEM em Chibuto; portanto há uma coligação do casal de Directores. Por enquanto termino por aqui, na espectativa de uma boa actitude por parte do Magnífico, pois as relações internas jà não são das melhores! Para todos Moçambicanos com ideias diferentes desta direção o nosso forte abraço.

 

Escrito por Rosaria Domingos

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