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De nada valeram os apelos do Governador

Noite de sangue ao longo da Estrada Zalala- Quelimane. Acidenta-se e morre-se, tudo porque ninguém pós a peito os diversos apelos que foram lançados pelas autoridades governamentais nesta provincial.

Ao longo da semana, a Polícia de Transito (PT), veio dizer que não iria tolerar abuso ao código de Estrada e que qualquer tentativa, a polícia estaria pronto para agir. No terreno, tudo contrário. Os automobilistas, faziam tudo o que lhes apetecesse, perante um olhar impávido destas mesmas autoridades.

No dia da abertura do festival de Zalala, que por sinal coincidia com o lançamento da semana nacional de trânsito, o Governador da Zambézia, Francisco Itai Meque, por diversas vezes, vincou a necessidade de os condutores serem prudentes na condução, porque há muitos riscos quando se vai ao volante sob efeitos de álcool. 

As pessoas aplaudiram na hora, mas depois mudaram de face e experimentaram o álcool para provarem se de facto é verdade conduzir com álcool no organismo. Houve resultados, claro, negativos.  

Roubo de viatura 

Já na noite do sábado, indivíduos desconhecidos, tentaram roubar uma viatura ligeira da marca Toyota Rava. Como a pressa era tanta, também a velocidade tinha que ser excessivo. Resultado. Ao chegarem na zona de Marrabo, mais ou menos 15km da cidade de Quelimane, não conseguiram dominar a curva e a viatura não fez mais nada se não ir ao coqueiro e dai embater-se.

Fontes policiais disseram que os ocupantes, num número não revelado, estão sob cuidados intensivos no Hospital Provincial de Quelimane (HPQ), sendo um em estado que requer cuidados intensivos.

Assalto na zona de banho 

Se ao longo da estrada, houve pessoas que tentaram desafiar o álcool, já no local da realização do festival, concretamente na zona do banho, houve muita gente que foi agredida e arrancada seus telefones moves.

Uma enfermeira afecta no posto fixo da saúde montado na praia de Zalala, explicou que forram atendidos pacientes que sofreram agressões físicas com recurso a armas brancas, resultante da acção dos meliantes.

Recorde-se que a Polícia da República de Moçambique, havia dito que a tolerância era zero, mas ao que se viu ao longo do festival, parece que o zero foi a polícia.

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