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Criminalidade não dá “tréguas” em Maputo

A semana que findou continuou a ser marcada por elevados índices de criminalidade na capital de Moçambique. No rol das detenções, recolheram aos calabouços 57 pessoas por haverem cometido irregularidades de natureza criminal, das quais 48 crimes contra propriedades e nove crimes contra pessoas, visto que protagonizavam acções que desabonam contra ordem e tranquilidade públicas.

Na cidade de Maputo, assaltantes ainda a monte, apoderaram-se de avultadas somas de dinheiro em moedas nacionais e estrangeiras, nomeadamente 340 mil meticais, 2.480 dólares e 30 mil randes nos bairros de Sommerchiled e Xiquelene, extorquidos a dois cidadãos nacionais na via pública.

Uma cidadã de trinta e dois anos de idade cujo nome não nos foi revelado, funcionária de uma empresa privada não especificada, foi assaltada em plena via pública, por indivíduos que se faziam transportar numa viatura com chapa de matricula AAQ-750-MP, e retiraram na bolsa da vitima 348 mil meticais e 248 mil dólares, um celular e dois cartões bancários, com recurso a uma arma de fogo, do tipo pistola, facto revelado pela PRM na cidade de Maputo.

A polícia avança que o montante ora referido, destinava-se ao cobrimento de questões ligadas ao funcionamento normal daquela instituição. Neste momento os meliantes continuam ainda em parte incerta.

Segundo o porta-voz do comando da PRM na cidade de Maputo, Arnaldo Chefo, um caso idêntico ocorreu nas imediações do bairro do Xiquelene, onde um nacional de 42 dois anos de idade, foi ameaçado quando encontrava-se a prestar assistência à sua viatura que na altura se encontrava avariada.

O facto ocorreu as duas horas da madrugada e protagonizados por seis elementos , que na altura traziam consigo uma arma de tipo pistola, tendo na ocasião se apoderado de 30 mil randes e doze telemóveis e depois puseram-se em fuga.

Tentativa de migração clandestina

No concernente a migração, foram repatriados treze estrangeiros, onde três paquistaneses foram retidos por possuírem consigo vistos falsos e terem cometido diversas irregularidades à luz da constituição moçambicana, foi ainda recusado a entrada de um paquistanês por falta de clareza da sua entrada no país.

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