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Contratadas 43 micro-empresas para recolha de lixo em Maputo

O Conselho Municipal de Maputo contratou 43 micro-empresas para fazer a recolha de resíduos sólidos nos bairros suburbanos da capital moçambicana, disse, terça-feira, o chefe da Repartição de Monitoria da Direcção Municipal de Salubridade e Cemitérios, Herlander Namucho.

Segundo Namucho, o processo de recolha primária de resíduos sólidos começou em 2002, com apenas 12 microempresas. “Agora cobrimos, praticamente, todos os bairros da cidade”, disse.

De referir que, terça-feira, foram formalmente apresentados os novos vencedores do concurso da recolha primária de resíduos sólidos, numa cerimónia que serviu também para a introdução do esquema de monitoria deste processo e para a capacitação dos gestores das micro-empresas contratadas.

Namucho estimou em cerca de 900 mil meticais o valor que, a partir de agora, vai ser dispendido mensalmente, para o pagamento das micro-empresas envolvidas neste processo de extensão dos serviços de recolha primária de lixo nos bairros suburbanos da capital moçambicana, de difícil acesso.

Segundo a fonte, 35 por cento deste montante constitui uma contribuição do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, sendo os restantes 65 por cento disponibilizados pelo Banco Mundial, no âmbito do seu programa de apoio ao desenvolvimento municipal.

Recentemente, o Presidente do Conselho Municipal de Maputo, David Simango, manifestou a sua insatisfação com o desempenho “FGS Neoquímica”, uma das empresas contratadas para fazer a recolha de resíduos sólidos em toda a zona de cimento, excluindo alguns bairros em que a recolha é realizada pelo próprio serviços municipais.

“Eu devo dizer que com essa empresa, temos enfrentado uma série de dificuldades. Na semana passada, estiveram cá os chefes da empresa, tomaram algumas medidas, compraram alguns equipamentos e agora estão a colocar novos contentores nas ruas. Vamos ver o que isso vai dar, mas, realmente, neste momento, não estou satisfeito”, disse o edil de Maputo.

Contudo, Simango disse estar satisfeito com a empresa Environment Service que faz a recolha de lixo nos distritos municipais, porque tem cumprido, regularmente, aquilo que lhe é exigido, no âmbito da remoção dos resíduos sólidos.

“Mas do ponto de vista de limpeza ainda não estou satisfeito, e isso tem a ver com os munícipes, porque às vezes não há a devida colaboração. Há famílias que mandam crianças deitar lixo mesmo sabendo que os contentores são muito grandes, o que faz com que elas deitem o lixo no chão, e a empresa, que devia carregar apenas o contentor, acaba fazendo um trabalho adicional de recolha de resíduos espalhados no chão”, realçou aquele dirigente.

Simango também deplora a atitude de alguns munícipes que não respeitam o horário para a deposição do lixo nos contentores. “Do ponto de vista de alguns munícipes da nossa cidade não estou satisfeito. Mas, no geral, a empresa responde aos termos acordados”.

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