A tensão político-militar que se vive no país que resulta na morte de inocentes, bloqueio de vias de acesso e a consequente evasão de turistas são alguns factores que concorrem para o baixo rendimento nas vendas de objectos artístico-culturais no país. Quem assim afirma é o escultor moçambicano Felisberto Mabumbo.
Há oito anos a esculpir e vender obras de arte, Mabumbo ressente-se da baixa procura dos seus artigos. Ele entende que o estágio actual de Moçambique dificulta a produção e a circulação de bens artístico-culturais.
“Por exemplo, nós vendemos mais a arte Makonde, mas como não há sossego na Estrada Nacional Número Um, principalmente na zona centro do país, de lá nada vem e para lá nada vai”.