Para continuarmos  a fazer jornalismo independente dos políticos e da vontade dos anunciantes o @Verdade passou a ter um preço.

https://www.petromoc.co.mz/Lubrificantes.htmlhttps://www.petromoc.co.mz/Lubrificantes.htmlhttps://www.petromoc.co.mz/Lubrificantes.html
Publicidade

Cinco rios moçambicanos com alto teor de salinização

Os rios Incomati, Limpopo, Búzi, Púnguè e Zambeze estão com “graves problemas” de salinização resultante da invasão constante das águas do mar, segundo apurou, esta quarta-feira, o Correio da manhã, de fonte competente do Ministério para a Coordenação da Acção Ambiental (MICOA).

A situação deriva do baixo caudal dos rios e subida dos níveis de água do mar provocados pelas mudanças climáticas que se registam no mundo, segundo Maurício Xerinda, secretário permanente do MICOA, salientando que, “no geral, todos grandes rios de Moçambique têm graves problemas de salinização”.

Para inverter o cenário, Xerinda indicou que o Governo tem realizado acções de dessalinização dos rios afectados e colocação de barreiras de protecção contra a invasão das águas do mar “para evitarmos que males maiores aconteçam”, salientou Xerinda.

Sem dar pormenores, o secretário permanente do Ministério para a Coordenação da Acção Ambiental disse que a situação de salinização dos rios já provocou o desaparecimento de alguns rios moçambicanos devido à seca que tem fustigado o país.

Erosão costeira

Para combater os efeitos da erosão costeira, aquele dirigente disse serem necessários cerca de 200 milhões de dólares norte-americanos para implementação de vários projectos traçados pelo Executivo, “mas o valor ainda não o temos por falta de desembolso pelos países tidos como maiores poluentes do ambiente que são obrigados a dar dinheiro aos menos desenvolvidos afectados pela situação”, explicou o secretário permanente do MICOA.

Segundo ele, o montante consta de um acordo firmado com eles para mitigação, combate e captura de carbono para os países menos desenvolvidos de que faz parte Moçambique.

O secretário permanente do Ministério para a Coordenação da Acção Ambiental falava à margem dos trabalhos do XV Conselho Coordenador daquele departamento governamental a terminar esta sexta-feira, no Maputo, depois do balanço do seu desempenho registado ao longo do primeiro semestre de 2011 e perspectivar novas acções para os restantes meses deste ano.

Share on whatsapp
WhatsApp
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on telegram
Telegram

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

error: Content is protected !!