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China deixa de ser mercado preferencial da madeira

Devido à grande procura de madeira por parte das indústrias nacionais, muito particularmente da capital do país, a China deixou de ser mercado preferencial para a exportação daquele recurso florestal.

O facto foi consolidado com os memorandos de entendimento acordados entre as Direcções Provinciais da Agricultura e alguns operadores moçambicanos, ligados ao processamento da madeira. Todavia, a província de Nampula registou uma redução no volume de exploração da madeira, em consequência da rescisão de contratos por parte de alguns operadores licenciados, cuja madeira era exportada para aquele pais asiático.

De acordo com Imed Falume, chefe dos Serviços Provinciais de Florestas e Fauna Bravia, de Janeiro até à data foram apenas explorados 3.400 toros de madeira, contra 11. 018 de igual período do ano passado. No mesmo período, foram expulsos, pelo menos, 10 exploradores em situação irregular, alguns dos quais se recusaram a integrar-se no programa de reflorestamento das suas áreas de concessão.

A debilidade de recursos humanos e materiais para a intensificação das acções de fiscalização constitui um dos maiores constrangimentos do sector de Florestas e Fauna Bravia na província de Nampula. Para colmatar esta situação, o nosso entrevistado disse que a sua instituição está a criar condições para afectação de dois fiscais em cada um dos 21 distritos da província.

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