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CEDES constrói mais 100 casas para vítimas das cheias

CEDES constrói mais 100 casas para vítimas das cheias

O Comité Ecuménico para o Desenvolvimento Social (CEDES), na província de Sofala, está a encetar contactos – numa fase avançada – com parceiros para a construção de mais 100 casas para as vítimas das cheias no distrito de Caia, abrangido pelo vale do Zambeze, que ciclicamente tem sido assolado por este tipo de calamidades naturais, no centro do país.

Actualmente, refira-se, estão a ser erguidas, com fundos próprios do CEDES, 80 casas no bairro de reassentamento Inácio Bengala. As obras decorrem a um ritmo bastante satisfatório, de acordo com o coordenador provincial desta agremiação, em Sofala, Elias Pedro, que há dias se deslocou àquela região para fazer a supervisão das actividades.

Ele explicou que a sua organização está a trabalhar no sentido de conseguir o financiamento para a edificação de 100 casas nos diversos bairros de reassentamento, de modo a permitir que as pessoas que sofreram os efeitos das cheias tenham melhores condições habitacionais.

“É uma iniciativa concebida para que as vítimas das cheias não continuem expostas a várias intempéries” – sublinhou Pedro, anotando que se trata de acções que complementam os programas do Governo.

O coordenador provincial afirmou que a sua organização tem vários programas de apoio aos necessitados, tendo apontado a conclusão, há dias, da construção de 100 latrinas melhoradas em cinco bairros de reassentamento, nomeadamente Sombreiro, Amílcar Cabral, Chandimba e Nhambalo-1 e 2, a assistência alimentar feita em parceria com o Programa Mundial para a Alimentação e o programa de purificação da água

A construção de latrinas insere-se no âmbito do programa de saneamento do meio, que visa reduzir a exposição das pessoas às doenças diarreicas. Antes notou-se que, nos bairros de reassentamento, os utentes defecam ao relento, o que propicia a eclosão de cólera, por exemplo, principalmente nesta época chuvosa.

Para a purificação da água, dentro em breve entram em acção os activistas, garantiu o nosso entrevistado. “O que fazemos está dentro do programa do Governo, nós buscamos os financiamentos para garantir a execução destas iniciativas, que incidem sobre as famílias vulneráveis, como são os casos de crianças sem o amparo dos progenitores, velhos, viúvas e mães solteiras” – vincou.

 

 

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