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Brasil 3 -Costa do Marfim 1: O que eles disseram no final do jogo

“Este era um jogo em que tínhamos que ter atenção máxima porque a Costa do Marfim é uma equipe que tem na velocidade o seu forte. Contra Portugal, eles recuavam e procuravam explorar um erro para partir para o contra-ataque. Mas nós tivemos paciência e trabalhamos um pouco mais a bola. Acho que a equipa todo foi bem, mas logicamente o Luís Fabiano foi excelente.” Dunga, técnico do Brasil.

“Com o placar em 3 a 1 eu achei que ainda tínhamos uma chance de ao menos empatar, mas infelizmente não conseguimos marcar outro golo. A equipe brasileira tem muita qualidade e seus jogadores são muito bons em espaços pequenos, são muito eficientes individualmente. Tivemos jogos muito difíceis nessa primeira fase, especialmente hoje. Espero que a gente ainda consiga a classificação dependendo do que acontecer entre Portugal e Coreia do Norte” Sven-Göran Eriksson, técnico da Costa do Marfim.

“Aconteceram os golos. Vinha jogando, treinando muito, e o golo não queria entrar, mas não desisti, e sabia que na hora certa ia acontecer. Quando fosse para sair um, sairiam vários. Agradeço a confiança do treinador e dos meus companheiros, que foi fundamental. Eles sabiam que estava treinando, batalhando, vindo de um período sem jogar. Estou feliz pelo resultado, pela vitória, por ter sido um jogo duro.” Luís Fabiano, atacante do Brasil.

“Nosso grupo era um dos mais difíceis, talvez o mais difícil. Na estreia estávamos um pouco nervosos, tinha a ansiedade, mas sabia que íamos jogar melhor hoje, por isso saímos satisfeitos. Mais uma vez sofremos um golo, mas pelo menos eles têm saído em uma hora que pode. Vamos precisar corrigir algumas coisas para o mata-mata, para não bobear de novo. Mas, de qualquer forma, o adepto brasileiro tem que continuar apoiando, porque estamos unidos e confiantes.” Júlio César, guarda-redes do Brasil.

“Agora vai ser duro para a gente se classificar, não dependemos mais de nós. Mas não estou triste, só um pouco decepcionado. Nossa equipe evoluiu desde a última Copa do Mundo, mas poderíamos ter sido um pouco mais ambiciosos e ter saído um pouco mais para o jogo.” Didier Drogba, atacante da Costa do Marfim.

“Faltou um pouco de pontaria e de saber finalizar melhor alguns contra-ataques que tivemos. Eles aproveitaram logo a primeira chance e isso mudou tudo. Depois do gol, mudamos nosso jeito de atuar. Não podemos perder contra-ataques como hoje, é algo imperdoável. Para a próxima partida não podemos errar, temos de ser mais compactos e aproveitar as ocasiões.” Kolo Touré, defesa da Costa do Marfim.

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