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Assaltantes e sequestradores encarcerados em Nampula

Três indivíduos estão privados de liberdade na cidade de Nampula, indiciados de prática de assaltos com recurso a armas de fogo e tentativa de sequestro de um cidadão de nacionalidade moçambicana, mas de ascendência indiana.

Das mãos dos visados, a Polícia da República de Moçambique (PRM) confiscou duas armas de fogo com as respectivas munições e igual número de viaturas, que supostamente era usadas nas suas incursões.

Um dos indivíduos disse que está preso por ter sido encontrado na posse de duas amas de fogo dentro do carro em que se fazia transportar, mas desconhece qual era a finalidade das mesmas.

“As armas não são minhas, eu só fui mandado levar a pessoa [a vítima que seria raptada] porque estava armado”, disse.

Os suspeitos deslocaram da cidade de Maputo para Nampula com o objectivo de raptar o cidadão em alusão, por sinal empresário, segundo Zacarias Nacute, porta-voz da corporação no maior círculo eleitoral de Moçambique. O líder da quadrilha encontra-se supostamente em Maputo.

O outro cidadão confirmou que ele e os comparsas partiram da capital do país para a região onde foram neutralizados cumprindo ordens de um presumível mandante cuja identidade e paradeiro exacto não foram revelados.

“Fomos mandados de Maputo para cá [Nampula] e quando chegámos cá mandaram-nos dinheiro de combustível e 25 mil meticais”, contou.

Ainda em Nampula, a Polícia apreendeu três toneladas de pedras semi-preciosas, segundo Inácio Dina, porta-voz do Comando-Geral da PRM, salientando que o produto foi confiscado numa operação que visava travar a mineração furtiva.

Na semana finda, foram igualmente aprendidas nove armas de fogo – entre elas pistolas AK-47 – e 261 munições em Sofala, Gaza, Inhambane e cidade de Maputo nas mãos de supostos criminosos.

De acordo com Inácio Dina, que falava no habitual briefing à imprensa nesta terça-feira (28), uma das AK-47 estava na posse de três indivíduos em Sofala. Eles pretendiam cometer um crime cujos detalhes não foram facultados pelo agente da Lei e Ordem.

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