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Assaltante de residências detido em Maputo

Um cidadão de 29 anos de idade está privado de liberdade numa das subunidades policiais, na cidade de Maputo, acusado de fazer parte de uma quadrilha a monte, que se dedica a assaltos a residências na zona cimento. As flats eram os principais alvos da gangue, que para lograr os seus intentos recorria a armas de fogo e instrumentos contundentes.

O indiciado declarou-se inocente e alegou que foi instrumentalizado pelos amigos que estão neste momento em parte desconhecida, mas procurados pela Polícia da República de Moçambique (PRM) na capital do país.

“Fomos até o sítio e não estava ninguém. Entrámos e levámos o material. Os meus amigos disseram já que tens transporte vamos arranjar umas moedas”, contou o jovem, alegando ainda que consentiu fazer parte do assalto porque estava sob o efeito de álcool.

Na posse do visado, a Polícia recuperou alguns electrodomésticos, material discográfico e calçado, supostamente roubados.

Paulo Nazaré, porta-voz da corporação em Maputo, disse que a 11 de Fevereiro corrente o grupo de que o acusado faz parte assaltou uma residência com recurso a uma arma de fogo no bairro da Coop.

Nessa ocasião, disse a corporação, alguém registou a matrícula do carro em que os malfeitores se faziam transportar e forneceu à PRM como forma de facilitar a investigação.

A partir dessa data, os agentes da Lei e Ordem ficaram vigilantes e no encalço da quadrilha, que no último sábado (18) ensaiou mais um assalto no bairro de Malhangalene, o qual não saiu conforme o planeado porque a Polícia tomou conhecimento e agiu.

Já no bairro de Khongolote, no município da Matola, uma outra quadrilha está a monte após ameaçar e tentar roubar uma cidadã. Na altura, a vítima, pretendia entrar na sua casa de carro, à noite, foi amedrontada com uma arma de fogo carregada com 24 munições.

Da Polícia da 7ª esquadra na Matola, o @Verdade soube que houve perseguição entre os agentes da Lei e Ordem e os meliantes, mas sem registo de nenhum incidente nem troca de tiros.

Vendo-se quase “encurralados”, os supostos ladrões abandonaram a arma dentro do carro da vítima e fugiram.

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