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Aproximadamente 16 milhões de moçambicanos defecam a céu aberto

Cerca de 16 dos aproximadamente 23 milhões de moçambicanos não possuem latrinas seguras para as necessidades básicas de saneamento do meio, segundo resultados do Inquérito sobre Indicadores Múltiplos do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Por outro lado, cerca de 20% da população moçambicana levam uma hora para buscar água para o consumo e uma mulher grávida tem dificuldades extremas de usar latrinas, para além de continuar com limitações no acesso à água, uma vez que em muitos casos recorre à da chuva para beber e irrigar as suas áreas de cultivo, segundo ainda o INE.

Refere a seguir o documento do INE que apenas 19% dos agregados familiares moçambicanos têm acesso ao saneamento seguro, enquanto no que respeita à água potável o inquérito apurou que 12 milhões de moçambicanos não têm acesso ao precioso líquido, dos quais 30% das zonas rurais e 70% das zonas urbanas e periurbanas.

Estas situações e outras levam a organização moçambicana da sociedade civil o Fórum Mulher a concluir que Moçambique está longe de cumprir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para 2015, no que diz respeito ao saneamento do meio.

A conclusão surge ainda pelo facto de a higiene precária e a falta de saneamento adequado estarem a contribuir para que cerca de 90% de todas as mortes sejam causadas por doenças diarreicas em Moçambique.

Refira-se que estas conclusões foram tornadas públicas esta quarta-feira, em Maputo, durante um seminário sobre diálogo nacional sobre a água e saneamento como um direito humano.

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