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Após partida épica, Roger Federer conquista Wimbledon pela sexta vez

O suíço Roger Federer fez história mais uma vez neste domingo, ao derrotar um bravo Andy Roddick em cinco sets e mais de quatro horas para conquistar o torneio de Wimbledon pela sexta vez, imortalizando-se como o tenista que mais venceu Grand Slams.

Roddick, número seis do mundo e habitual “freguês” de Federer, entrou em quadra neste domingo claramente disposto a levar para casa o troféu, lutando bravamente com um tênis impecável, além de muita perseverança e concentração.

A partida, que teve o primeiro set vencido pelo americano, terminou em 5-7, 7-6 (8/6), 7-6 (7/5), 3-6, 16-14. O quinto e último set da partida, que entrou para a história como o mais longo já disputado em uma final masculina de Wimbledon, só terminou quando o suíço fechou seu décimo-sexto game. Aos 27 anos, Federer tem agora cinco títulos de Wimbledon, cinco títulos do US Open, três do Aberto da Austrália e um de Roland Garros, ultrapassando assim o americano Pete Sampras em número de Grand Slams conquistados.

Sampras, que assistiu à partida na quadra central do All England Club ao lado de outros tenistas lendários como Björn Borg e Rod Laver, se aposentou com 14 títulos de Grand Slam, e era até hoje o detentor do recorde quebrado por Federer. Com a vitória deste domingo, Federer também recupera o posto de número um do ranking da ATP, que havia perdido para o espanhol Rafael Nadal em 2008 depois de tê-lo ocupado por 237 semanas consecutivas, um recorde.

Esta foi a sétima final consecutiva de Wimbledon disputada por Roger Federer, que nos últimos cinco anos participou de todas as finais de torneios de Grand Slam. Federer, que deixou escapar o primeiro set no tie-break diante de um compenetrado Roddick, suou para vencê-lo nos dois sets seguintes, e relaxou ao ponto de perder o quarto, já que o americano em momento algum entregou os pontos.

Neste domingo, Roddick adotou contra Federer a mesma estratégia que o levou à vitória contra o escocês Andy Murray (N.4) nas semifinais, recorrendo a uma poderosa combinação de pancadas certeiras no fundo da quadra e eficientes subidas à rede. Além disso, seu tradicional saque fez toda a diferença contra o suíço, que também se concentrou no serviço e fez mais de 50 aces na partida.

Esta foi a primeira final de Grand Slam de Andy Roddick desde 2006, quando perdeu o US Open para Roger Federer

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