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Amnistia Internacional exige libertação de jornalista camaronês

A Amnistia Internacional (AI) sublinhou a necessidade, para as autoridades camaronesas, de darem um tratamento humano a um jornalista detido, Gerard Kuissu, indica um comunicado da referida entidade transmitido à PANA terça-feira em Nova Iorque.

A Organização Não Governamental (ONG) de defesa dos direitos humanos, sublinhando que o tratamento de Kuyissu deve conformar-se com as leis internacionais dos direitos humanos.

Para a AI, sediada em Londres (Inglaterra), os Camarões devem certificar-se de que o jornalista goza dos seus direitos e que o seu processo judical é equitativo, dando-lhe garantias contra quaisquer sevícias.

No comunicado, AI declarou que Kuissu, um jornalista em linha e coordenador do grupo dos direitos humanos “Tribunal Artigo 53”, foi capturado com três dos seus colegas na noite de 14 de março corrente em Douala, segunda cidade camaronesa, depois duma reunião com delegados de AI de visita ao país.

Declarou que os seus três colegas foram libertos na mesma noite depois de duas horas e meia de interrogatórios, mas que Kuissu havia sido transferido para um centro de detenção na capital, Yaoundé, gerido pelo Ministério da Defesa.

Declarou que ao jornalista deverá ser atribuída uma infração reonhecida pela lei ou liberto, notando que foi preso sem inculpação durante três dias.

O comunicado lembrou igualmente que Kuissu já tinha sido preso e liberto sem acusação em dezembro de 2014 durante uma cerimónia organizada por “Tribunal Artigo 53” para celebrar o papel do jornalismo na luta contra a impunidade.

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