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Acidentes de viação matam mais 24 pessoas em Moçambique

Um total de 24 pessoas morreram vítimas de 33 acidentes de viação registados ao longo da última semana em todo o país, refere um comunicado de imprensa da Polícia moçambicana (PRM). Com 13 casos, a cidade de Maputo foi a que registou o maior número de acidentes seguida pelas províncias de Inhambane (4), Manica (3) e Zambézia (3).

A PRM aponta como principais causas o excesso de velocidade, má travessia de peão, ultrapassagem irregular, condução em estado de embriagues, cruzamento irregular, corte de prioridade, deficiências mecânicas e mau posicionamento do passageiro.

Dos acidentes registados 16 são do tipo atropelamento, seis choques entre carros, cinco despistes e capotamento, dois choques entre carro e moto, duas quedas de passageiros e um choque contra obstáculos fixos.

Ao longo da semana passada, a PRM fiscalizou 21.592 viaturas, tendo multado 4.118 automobilistas por violação às regras de trânsito.

Durante as operações de fiscalização, a PRM apreendeu 66 veículos por diversas irregularidades, 51 livretes por infracções ao código de estrada.

As autoridades também multaram 90 condutores por condução em estado de embriagues e detiveram 16 indivíduos por condução ilegal.

Fazendo um balanço da situação criminal no período em análise, a PRM afirma que deteve 120 indivíduos indiciados de prática de vários delitos comuns, dos quais 65 contra a propriedade, 49 contra pessoas e seis contra a ordem, segurança e tranquilidade públicas.

Foram igualmente detidos 1.012 violadores de fronteira incluindo 561 moçambicanos, 216 malawianos, 67 zimbabweanos e 168 tanzanianos.

A maioria dos violadores de fronteiras atravessou ilegalmente a fronteira com a vizinha África do Sul e Malawi. Da terra do rand foram repatriados 1.156 cidadãos moçambicanos, dos quais 1.106 homens , 49 mulheres e um menor que após triagem seguiram seus destinos.

A PRM deteve ainda três indivíduos por homicídio voluntário qualificado, seis indiciados por tentativa de suborno aos agentes da lei e ordem, quatro por porte ilegal de armas de fogo, três por venda e consumo de droga.

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