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Acidentes de viação causam 26 feridos graves em Maputo e indisciplina via pública preocupa a polícia

A indisciplina cometida pelos automobilistas nas estradas na capital do país continua em alta. A Polícia da República de Moçambique (PRM) manifesta preocupação com tal situação e diz que entre 07 e 13 de Março em curso registou 15 acidentes de viação sem nenhum óbito, mas houve 26 feridos graves, dos quais seis em estado crítico e sob cuidados médicos intensivos na sala de reanimação do Hospital Central de Maputo (HCM); e 20 feridos ligeiros.

Em igual período do ano passado houve 12 sinistros rodoviários e duas mortes. Dos 15 acidentes, seis foram atropelamentos do tipo carro-peão, igual número de colisão entre viaturas, dois despistes e capotamento e um despiste e choque contra obstáculo fixo.

O excesso de velocidade aliado à embriaguez e má travessia de peões e o corte de prioridade foram as principais causa, segundo Orlando Modumane, porta-voz da PRM em Maputo, que classificou que preocupante a sinistralidade rodoviária sobretudo pelo facto de alguns condutores não prestarem assistência às vítimas, por vezes.

Os automobilistas continuam sem observar as regras de condução impostas pelo Código da Estrada, disse Modumane. Dos 15 acidentes de viação, quatro foram protagonizados por condutores altamente bêbados. A Polícia de Trânsito (PT) submeteu 147 automobilistas ao teste de álcool e destes pelo menos 57 se faziam ao volante embriagados, e 41 cartas foram confiscadas.

Na mesma operação, a PT fiscalizou 3.410 viaturas, tendo apreendido 31 por diversas irregularidades e passou 1.030 avisos de multa aos infractores.

Duas pessoas estão detidas por condução ilegal e envolvimento em acidentes de viação, do tipo colisão. Um dos infractores, apercebendo-se da ilegalidade que acabava de protagonizar, tentou ensaiar uma fuga. O outro caiu nas mãos da Polícia depois de ter abandonado uma vítima de atropelamento, a qual está fora perigo, de acordo com Orlando Modumane.

Num outro desenvolvimento, o porta-voz da PRM considerou que no período análisenão houve nenhum crime relevante, ou se seja, “de índole violento”. Ele manifestou preocupação em relação a alguns “furtos qualificados em algumas residências e escritórios” guarnecidos. Para as autoridades não se explica que uma casa com agentes de segurança privada seja assaltada e ninguém saiba como isso aconteceu.

Foram presos, ainda na semana vida, 72 indivíduos acusados de vários crimes, sendo 39 por delitos contra propriedade, 25 por crimes contra pessoas e oito por atentar perturbação da ordem e tranquilidade públicas.

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